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"Para mim, viver é Cristo!" Arauto Fabio Faé, descanse em paz!


Fábio Faé3 .Aos 33 anos faleceu o Arauto do Evangelho Fábio Júnior Faé, em Coruripe-AL, onde estava realizando ação pastoral de visitas a Membros Solidários e assinantes da revista “Arautos”.
Estavam fazendo recolhimento no domingo numa Casa Sacerdotal para retiros. Enquanto praticava um pouco de exercício de natação no mar, acabou sendo arrastado para uma área em que perdeu o pé e acabou se afogando..Excelente catequista e formador de adolescentes, atuou durante vários anos em diversos colégios nas arquidioceses de Londrina e Maringá-PR.

Fábio era uma pessoa muito admirativa, ardoroso batalhador pela fé Católica, era um exemplo de humildade, dedicação e piedade. À sua trajetória brilhante podemos aplicar as palavras: Quem é sábio brilhará como luz no firmamento; quem ensina à multidão os caminhos da justiça, fulgirá como as estrelas pelos séculos eternos!

Muito querido na cidade de Londrina, sua missa de corpo presente foi emocionante para as numerosas pessoas que lotaram o Santuário de São Judas Tadeu!

Cavaleiro Faé, Salve Maria!

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O valor pedagógico da confissão

“No nosso tempo, caracterizado pelo barulho, pela distração e pela solidão, o diálogo do penitente com o confessor pode representar uma das poucas, se não a única ocasião para ser escutado verdadeiramente, e em profundidade.”


De que modo o Sacramento da Penitência educa? Em que sentido a sua celebração tem um valor pedagógico, em primeiro lugar para os ministros?

Quantas vezes, na celebração do Sacramento da Penitência, o presbítero assiste a verdadeiros milagres de conversão que, renovando o “encontro com um acontecimento, com uma Pessoa” (Deus caritas est, n.1), fortalecem a sua própria fé.

No fundo, confessar significa assistir a tantas “professiones fidei” quantos são os penitentes, e contemplar a obra de Deus misericordioso na História, ver concretamente os efeitos salvíficos da Cruz e da Ressurreição de Cristo, em todos os tempos e para cada homem.”

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Não raro, somos postos diante de verdadeiros dramas existenciais, que não encontram uma resposta nas palavras dos homens, mas são abraçados e assumidos pelo Amor divino, que perdoa e transforma: “Mesmo que os vossos pecados fossem vermelhos como a púrpura, ficariam brancos como a neve!” (Is 1, 18).

Qual é o valor pedagógico do Sacramento da Penitência para os penitentes?

Devemos admitir previamente que ele depende, antes de tudo, da obra da Graça e dos efeitos objetivos do Sacramento da alma do fiel.

O exame de consciência tem um importante valor pedagógico: ele educa a considerar com sinceridade a própria existência, a confrontá- la com a verdade do Evangelho e a avaliá-la com parâmetros não apenas humanos, mas conferidos pela Revelação divina. O confronto com os Mandamentos, com as Bem-Aventuranças e, principalmente, com o Preceito do amor, constitui a primeira grande “escola penitencial”.

Diletos sacerdotes, não deixeis de reservar o espaço oportuno para o exercício do ministério da Penitência no confessionário: ser acolhido e escutado constitui inclusive um sinal humano do acolhimento e da bondade de Deus em relação aos seus filhos.

Além disso, a confissão integral dos pecados educa o penitente para a humildade, o reconhecimento da sua fragilidade pessoal e, ao mesmo tempo, para a consciência da necessidade do perdão de Deus e a confiança de que a Graça divina pode transformar a sua vida.


Quantas conversões começaram num confessionário!

Do mesmo modo, a escuta das admoestações e dos conselhos do confessor é importante para o juízo sobre os atos, para o caminho espiritual e para a cura interior do penitente.

Não podemos esquecer quantas conversões e quantas existências realmente santas começaram num confessionário!

O acolhimento da penitência e a escuta das palavras “absolvo-te dos teus pecados” representam, enfim, uma autêntica escola de amor e de esperança, que orienta para a plena confiança em Deus Amor, revelado em Jesus Cristo, para a responsabilidade e o compromisso da conversão contínua.

(exceto do “Discurso aos participantes no Curso promovido pela Penitenciaria Apostólica”, 25/3/2011)

(Revista Arautos do Evangelho, Maio/2011 – n.. 113, p. 8-9)

(Grifo, negrito e subtitulo são nossos)

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Fátima: Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!

Nossa Senhora de FátimaEm seu conjunto, as aparições de Nossa Senhora em Fátima formam um arco-íris de esperança.

Foi uma luz que iluminou de ponta a ponta o borrascoso século XX, mantendo a Fé, trazendo alento, renovando certezas. Foi também um alerta, uma censura misericordiosa, uma promessa.

Muito já se escreveu, muito já se disse, muito já se comentou sobre Fátima. Mas isso não é bastante.

As aparições de Nossa Senhora são verdadeiros tesouros arquitetados conforme a sabedoria de Deus que foi quem permitiu que elas acontecessem. Elas são joias: foram postas para brilhar.

Então, como toda joia, as aparições, as manifestações de Deus na Terra refletem uma luz. Mas, também elas estão sujeitas à pátina da ação do tempo, ao esquecimento.

As aparições, por maior brilho que tenham, também elas se empalidecem, tornam-se opacas.

E, mais uma vez, como as joias, para que elas voltem a brilhar e atinjam sua finalidade é necessário que sejam manuseadas, polidas…

Por isso é que estamos publicando esses diversos temas sobre as aparições de Fátima.

Releia! Relembre os brilhos e fulgurações dessa aurora que anuncia o Reino do Sapiencial e Imaculado Coração de Maria:

Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!

Conheça mais…

Apariçoes e videos; Fátima e os Papas; Primeiros Sábados; Santificar-se por Maria.

Sobre os Arautos do Evangelho

Em breve publicaremos noticias das visitas em São José do Rio Preto – SP

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O que são os Anjos?

untitledmenorO Padre (depois Monsenhor) Álvaro Negromonte foi um exímio educador brasileiro, que escreveu catecismos e outras obras assemelhadas com linguagem dirigida às várias idades. Sua obra foi motivo de estudos enfocando a habilidade didática e a metodologia do ensino. A seguir está transcrito o trecho sobre os anjos, extraído do livro A Doutrina Viva para o curso secundário.
OS ANJOS

Há, na criação, uma série gradativa de seres, que vai desde os simples minerais até às substâncias puramente espirituais. Destes últimos não poderíamos saber a existência por nossa razão apenas, mas a conhecemos pela Revelação. São os Anjos, que vamos estudar.

Existência dos Anjos

A Bíblia está cheia da existência dos Anjos, os quais aparecem desde o principio (ver cap. 3 do Gn). No. Antigo Testamento eles aparecem impedindo que Abraão sacrifique Isaac, consolando Agar no deserto (ver caps. 16 e.22 do Gn), alimentando Elias (1 Rs 19), protegendo os 3 meninos na fornalha (Dn 3). E em muitas outras passagens. O Novo Testamento se abre com a presença do Anjo Gabriel anunciando a Zacarias o nascimento de João Batista, e a nossa Senhora a Encarnação do Verbo (ver Lc 1). E enchem os Evangelhos até à Ascensão de Cristo. Nos Atos dos Apóstolos há várias aparições de Anjos (ver nos Evangelhos e nos Atos as aparições dos Anjos). .

Natureza dos Anjosuntitled2menor

Os Anjos são puros espíritos. São substâncias puramente espirituais. Foram criados por Deus para existirem sem corpo. São as criaturas mais perfeitas, porque têm uma natureza mais semelhante à de Deus (puro espírito). São, portanto, superiores ao homem, o qual é composto de espírito e matéria (alma e corpo).

Não é só por isto que os Anjos são superiores ao homem. São superiores pela inteligência. Eles conhecem a Deus, os outros Anjos e homens, de modo intuitivo, sem precisar raciocinar, como nós precisamos. Conhecem os futuros necessários, efeitos que estão contidos necessariamente nas suas causas, mas não conhecem os futuros livres, que dependem da nossa vontade. Também não conhecem os segredos do nosso coração, salvo se dermos deles qualquer demonstração.

São superiores também pela liberdade e pelo poder. S. Pedro diz que “os Anjos são maiores pela sua força e seu poder” (2 Pd 2, 11). Os fatos o mostram. Um anjo matou de uma vez 185 mil soldados dos Assírios (Is 37, 36); outro arrebatou Habacuc pelos cabelos e o levou para Babilônia (Dn 1;4, 35).

Um Anjo não está em todo lugar, como Deus. Mas pode agir em vários lugares ao mesmo tempo, dentro da esfera do seu poder, assim como um homem pode tocar ao mesmo tempo em vários objetos ao alcance de suas mãos.

O que dizemos aqui dos Anjos, também se entende dos demônios.

Coros angélicos

É grande o número dos Anjos. A Sagrada Escritura fala sempre do exército dos Anjos. Na sua prisão, nosso Senhor disse que podia pedir ao Pai e ele mandaria mais de 12 legiões de anjos em sua defesa (Mt 26, 53). O profeta Daniel, descrevendo o trono de Deus, diz que um milhão de anjos o serviam, e mil milhões o assistiam (Dn 7, 10).
Os Anjos estão divididos em 3 hierarquias, e cada uma delas em 3 coros. A primeira hierarquia é a dos que contemplam a Deus: Serafins, Querubins e Tronos. A segunda hierarquia se ocupa do governo do mundo: Dominações, Virtudes e Potestades. A terceira é encarregada de executar as ordens divinas: Principados, Arcanjos e Anjos (veja os “prefácios” das Missas).

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O espírito da Igreja e sua Ação Social

Por: Marcos Eduardo Melo dos Santos 

 Quais pedras preciosas num precioso manto, as catedrais e abadias; castelos e pitorescos burgos ajaezados de belos jardins que se espalham por toda a Europa formam um conjunto variado e harmônico. Em sua solidez pétrea, secular e magnífica, estes monumentos dão a impressão de serem impassíveis à História.

A contemplação destas maravilhas da engenharia, crestadas tanto pelo rigor das intempéries quanto pelo irreparável dos séculos, gera em nosso espírito uma sensação de estabilidade, segurança e perenidade; pois, mais do que filhas do seu tempo, evocam em nosso espírito algo da ordem celestial e eterna.

Tal como os prédios, os homens que lhes conceberam eram estáveis, serenos e contemplativos. No entanto, a plenitude deste estado de espírito que penetrava em toda a sociedade se dava na vida operosa, serena e meditativa de uma coorte inumerável de monges que abandonavam a tudo a fim de cogitar senão em Deus, Motor Imóvel.

Ao considerarmos aqueles tempos, seríamos levados a pensar que a estabilidade dos homens de outrora, que ao longo gerações habitavam nas mesmas terras; cuja vida “monótona”, regulada pelo bimbalhar dos sinos que anunciavam os ofícios litúrgicos, não lhes capacitava às atividades das quais nossos contemporâneos tanto se ufanam.

Entretanto, como demonstra a História, os séculos da Europa Cristã coadunavam a vida rural e monástica com um intenso, abrangente e variado progresso humano.

A cultura da antiguidade pagã não apenas foi conservada das invasões bárbaras, mas se enriquecia com o aporte das universidades na verve ardente e penetrante de seus doutores.

social

O avanço não se restringia ao âmbito intelectual. A alta Idade Média e os séculos subseqüentes foram épocas de intenso progresso econômico. As selvas e pântanos da Europa se tornaram terras de cultivo; a fartura dos campos gerava a riqueza da indústria; estes, por sua vez, impulsionavam o crescimento das cidades; o comércio e as peregrinações impulsionavam a logística das estradas; enfim, a Europa Cristã sempre se caracterizou por uma intensa vitalidade.

Dir-se-ia que este imenso organismo social se formava sem planejamento e coordenação, mas com inegável e profunda harmonia. Esta unidade não se devia aos cacos da civilização clássica ou ao mosaico étnico dos povos invasores, mas sim, a uma espécie de princípio vital capaz de produzir extremos de estabilidade e contemplação, mas também de progresso e atividade.

A alma da civilização ocidental nascente era a Igreja de Cristo. O esplendor da antiga Europa – da qual a contemporânea ainda hoje colhe os frutos – nasceu em última análise da benéfica influência da Igreja na sociedade. A Esposa de Cristo, fonte de toda espécie de perfeição, foi a raiz de toda essa vida; impulsionou a ordem temporal à uma borbulhante vitalidade com tal serenidade, sabedoria e naturalidade que daria a impressão de irreflexão, mas o fez conservando a harmonia do corpo social através da contemplação.

Se a Igreja fosse falsa, incentivaria em demasia o eremismo ou o excesso de atividade, porque não possuiria em si o dom da santidade. Como a Igreja é verdadeira, estimula esses contrários harmônicos de maneira exímia, produzindo aquele equilíbrio de alma que é um dos frutos próprios à Igreja Católica.

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