fev
2
Eis que estamos no fim de mais um Curso de Férias! Novamente inundado de graças insignes. Clima de alegria geral reina no almoço de encerramento. Em meio às pizzas e ao sorvete, todos conversam sobre tudo o que viram e aprenderam durante esses dias.
Promessa, tormenta, união e vitória final. Após tantos ensinamentos dessa Curso de Férias uma pergunta se levanta: como corresponder a tantas graças? Se é bem verdade que todos recebemos uma promessa de Nossa Senhora de que Ela irá triunfar, como fazer para poder participar dessa vitória d’Ela?
fev
2
Entusiasmo, alegria, encanto. Por fim, os tripulantes de nossa embarcação chegaram ao Continente da Promessa. Tudo é maravilhoso, paradisíaco e arrebatador. Contudo, o capitão, apesar da alegria que sente, está vigilante, pois sabe que os inimigos estão perto e a qualquer momento, terão de entrar em batalha para libertar a rainha. Assim, escala alguns oficiais para uma missão arriscada: fazer o reconhecimento da terra.
Enquanto isso, os inimigos do capitão e da rainha, estão espumando de ódio, pois já sabem que os marinheiros chegaram ao continente. Tramam e confabulam o plano para atacá-los de surpresa.
fev
2
Sons desafinados, fora do tempo e do compasso, músicos que mal sabem o que fazer com os instrumentos que possuem nas mãos. Esta foi a primeira cena do terceiro dia do Curso de Férias. Após uns instantes, um experiente Senhor entra no palco e com esmero reúne os músicos, afina-os e faz com que eles executem uma belíssima canção.
Esta metáfora serviu para introduzir ao tema do dia: a união. Contudo, mais do que uma orquestra essa virtude é indispensável para a navegação, pois faz com que os marinheiros não se separem do capitão e não haja divisão interna – que como se percebeu no dia anterior – já começava a reinar no navio.