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29
Segundo pode-se deduzir desses versículos, até o precito da parábola julga indispensável explicar a existência do inferno. E, de fato, esse é o empenho dos Santos e do próprio Magistério infalível da Igreja, como declarou em certa ocasião o Bem-aventurado Papa Pio IX: “Pregai muito as grandes verdades da salvação, pregai sobretudo o inferno; nada de meias palavras, dizei, clara e altamente, toda a verdade sobre o inferno. Nada é mais capaz de fazer refletir e de conduzir a Deus os pobres pecadores”. Read More
set
22
È de se notar que Jesus não condena a propriedade, mas a toma como sendo um bem a ser gerido temporariamente com vistas à vida eterna. Não passa o homem de simples administrador. Deus, sim, é o autêntico proprietário. Se esta distinção é ignorada pelo homem, acaba ele por violar a supremacia de Deus enquanto Senhor de todo o Criado, ingressando assim, na injustiça. Read More
set
15
A sequência de parábolas apresentadas no Evangelho deste 24º Domingo do Tempo Comum surge diante de nós como um prisma através do qual a História da Salvação ganha um colorido especial. Para resgatar a humanidade perdida pelo pecado, o Bom Pastor assumiu a nossa natureza, morreu na Cruz e de Seu lado aberto pela lança fez nascer a Igreja. Autêntico redil de Cristo, no qual os homens são introduzidos pelas águas do Batismo, conferindo-lhes ainda a superior dignidade de se tornarem filhos de Deus. Dóceis à graça, os homens produziram frutos à altura de sua condição de herdeiros do Céu, construindo uma civilização alicerçada nos ensinamentos do Evangelho. Read More
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8
O Evangelho deste Domingo torna patente quanto o desapego radical e completo é a pedra fundamental de nossa vida interior, quer constituamos família, quer façamos parte do Clero, quer estejamos consagrados a Deus em algum instituto religioso.
Nesse sentido, podemos afirmar que esta Liturgia é um convite ao desprendimento: “Quem não carrega sua cruz e não Me segue, não pode ser Meu discípulo”. Não significa isso que precisamos ser flagelados, coroados de espinhos ou pregados na cruz, como foi Nosso Senhor Jesus Cristo. A cruz que Ele pede de nós consiste principalmente em vivermos desprendidos de tudo quanto é terreno, tal qual uma águia que voa sem amarras para, nas alturas, melhor contemplar o Sol. Read More