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Atividades do primeiro final de semana de março…

Queremos expor, com o presente texto, as atividades promovidas pelos Arautos no primeiro final de semana de Março. Graças à abundância de Bênçãos dispensadas pela Santíssima Virgem, puderam ser desenvolvidas as seguintes atividades:

Devoção do Primeiro Sábado na Paróquia Nossa Senhora da Liberdade

Conforme havia sido divulgado anteriormente neste mesmo Blog, ocorreu no Primeiro Sábado deste mês de março uma solene cerimônia na Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, por ocasião da prática da Comunhão reparadora dos cinco primeiros sábados, pedida pela Santíssima Virgem em Fátima. As atividades começaram com o atendimento de confissões, seguido pela meditação de um dos mistérios do Rosário e a oração do Terço. Às 19h teve início o Santo Sacrifício da Missa, presidida pelo Revmo. Pe. Roberto Takeshi Kiyota, EP, com a solene coroação da imagem de Nossa Senhora de Fátima. A Cerimônia foi animada pelo coro dos Arautos.

Participaram cerca de 900 pessoas!

Explica-nos o fundador dos Arautos, Mons. João Clá, que “a compaxião de Maria se derrama sobre quem a pede, ainda que não medeiem outras orações mais que a de uma breve Ave-Maria. […] A Santíssima Virgem não apenas corre, mas voa em auxílio de quantos A invocam. No exercício de sua misericórdia, Ela imita a Deus, que também voa sem demora em socorro dos que O chamam. Quando é invocada, logo está pronta para ajudar a quem A chamou em seu auxílio” 1 Se alguém que recorre à Rainha do Céu com uma simples Ave-Maria obtém dela esse auxílio, qual não será o daqueles que fizerem a Comunhão reparadora contra as ofensas cometidas contra Ela? Está aí o valor desta devoção.

Oração: grande meio para conseguir a salvação e escudo para enfrentar os reveses da vida de hoje. Tema do II Simpósio Doutrinário 2013

No primeiro Domingo do mês de março, ocorreu na Comunidade dos Arautos o “Segundo Simpósio Doutrinário 2013”, com tema “Oração: grande meio para conseguir a salvação e escudo para enfrentar os reveses da vida de hoje”. Trata-se de um aprofundamento a respeito da necessidade da Oração para a santificação e progresso espiritual. Que faz a Oração? Qual é o seu valor? São perguntas que ocorrem de tempos em tempos em nosso íntimo e que, mesmo como bons católicos, há necessidade da formação de princípios claros, lógicos e precisos.

Nos ensina o Catecismo da Igreja Católica que a Oração é a elevação da alma a Deus, para pedir-lhe graças e agradecer-lhe.2

Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao Céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria”3, nos ensina Santa Teresinha do Menino Jesus.

Esses e muitos outros assuntos foram comentados com clareza e profundidade neste II Simpósio Doutrinário.

Como encerramento do Curso houve ainda a Santa Missa na Capela São Francisco de Assis, presidida pelo Revmo. Pe. Roberto Takeshi Kiyota, EP, com a participação litúrgica do coro dos Arautos.

Encerramento do simpósio, na Capela São Francisco de Assis da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe

Encerramento do simpósio, na Capela São Francisco de Assis da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe

Continue acompanhando nossas atividades!

1 Dias, João Scognamiglio Clá. Pequeno Ofício da Imaculada Conceição Comentado. 2ª ed. S. Paulo: Ipsis, 2010. Págs. 33 e 34.

2Catecismo da Igreja Católica, n° 2559, pág. 657.

3 Sta. Teresa do Menino Jesus, Ms. Autob. C 25r.

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Eis que estarei convosco todos os dias!

Estimativas da imprensa mundial e do Vaticano indicam a presença de pelo menos 100.000 pessoas na Praça de São Pedro em Roma, para a última audiência pública do Papa Bento XVI, o qual, como foi largamente noticiado, deixará a Cátedra de Pedro no final da tarde deste dia 28 de Fevereiro de 2013.

A esta ocasião histórica acorreram todos quanto puderam, evidentemente: em mais de 600 anos é a primeira vez que um Pontífice renuncia ao papado por motivos que não sejam políticos. Quantos de nós, se pudéssemos, gostaríamos também de estar presentes e poder manifestar a gratidão ao Papa pelo seu incansável ministério, como, de fato, com muito entusiasmo o fizeram as 100 mil pessoas presentes, vindas de muitos países, de diferentes regiões do mundo. Sua Santidade, Bento XVI, desde o dia 11 de Fevereiro, festa de N.Sa. de Lourdes, tem explicado sua decisão, tomada face ao avançado da idade e de “não ter mais forças para exercer adequadamente o ministério petrino”.

Encerrada a cerimônia, e concedida a Bênção Apostólica, retirou-se o Sumo Pontífice para o interior do Vaticano, de onde, no dia 28 parte para Castel Gandolfo, deixando para trás o Trono de S. Pedro.

Feitas estas considerações, vem-nos à mente a enorme Praça de S. Pedro. O céu claro e o clima ameno contrastam com o ambiente geral. Após o final da audiência pública, aos poucos, como mostraram os meios televisivos, a imensa massa de gente vai deixando o local. Alguns ainda em festa, agitando as suas bandeiras nacionais. Outros, um tanto solitários e abatidos, preocupados com os rumos da Igreja de Cristo daqui em diante. Alguns, ainda, em profundo espírito de oração, confiantes na assistência do Espírito Santo sobre a Sua Igreja, lembrados das solenes palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, ao despedir-se dos – até então – vacilantes Apóstolos – palavras estas que magnificamente encerram o Evangelho de S. Mateus: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Cf. Mt 28, 20).

Sim! A estes últimos nos juntamos, se não com a nossa presença física, mas em espírito de oração, com fé renovada na Cátedra de Pedro e na Santidade da Igreja. O Espírito Santo, que soube transformar um simples e instável pescador, no primeiro grande Papa, entregando-lhe “as chaves do Reino do Céu” (Cf. Mt 16,13-19) não deixará desassistida a sua Igreja.

Tanto é assim que podemos fazer nossas as palavras de nosso Fundador, Monsenhor João Clá, na revista Arautos, n. 78, de Junho de 2008:

Passaram-se dois milênios e, depois de tantas e catastróficas procelas, inabalável continua essa “nau de Pedro”, tendo Cristo, com poder absoluto, em seu centro. Nenhuma outra instituição resistiu à corrupção produzida pelos desvios morais ou pela perversão da razão e do egoísmo humano. Só a Igreja soube enfrentar as teorias caóticas, opondo-lhes a verdade eterna; arrefecer o egoísmo, a violência e a volúpia, utilizando as armas da caridade, justiça e santidade; pervadir e reformar os poderes despóticos e materialistas deste mundo, com a solene e desarmada influência de uma sábia, serena e maternal autoridade. Não podiam mãos meramente humanas erigir tão portentosa obra, só mesmo a virtude do próprio Deus seria capaz de conferir santidade e elevar à glória eterna homens concebidos no pecado.(1)

Portanto, já não é este um dia de tristeza, de abatimento. Ao contrário, é um dia que a Providência nos concede para termos a oportunidade de manifestar a nossa Fé: “Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade” (Cf. Sl 117,24), ou seja, da prática da confiança inabalável. Coloquemo-nos na situação dos apóstolos, no meio de uma grande tormenta, que jogava violentamente as ondas dentro de sua pequena barca “de modo que já se enchia de água”. A eles Nosso Senhor se dirigiu: “Como sois medrosos! Ainda não tendes fé?” (Cf. Mc 4 37-41).

Maria Santíssima, Mãe da Igreja, que sustentou a Igreja nascente, animando os Apóstolos, está intercedendo pela Igreja de Cristo, para que a “nau de Pedro” siga firme até o fim dos tempos, como também prometeu Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Ela recorramos, hoje e sempre!

Por Prof. João Celso

1)# Monsenhor João Clá Dias, EP. Comentário ao Evangelho. Revista Arautos do Evangelho, Jun/2008, n. 78, p. 12 a 19

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CONVITE PRIMEIRO SÁBADO DE MARÇO 2013

Perserverando no atendimento ao pedido feito por Nossa Senhora através da …….Mensagem de Fátima e confiando na Promessa da Rainha do Céu de que as pessoas que praticarem a Comunhão Reparadora dos 5 Primeiros Sábados serão “assistidas na hora da morte com todas as graças necessárias à sua salvação”, os Arautos estarão conduzindo a cerimônia do primeiro sábado, deste mês de Março (ver detalhes abaixo).

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Você é nosso convidado especial! Venha participar conosco da Santa Missa, rezar o terço, fazer a meditação e pedir pelas suas necessidades mais urgentes!

Certamente temos muitas súplicas a fazer, num colóquio de amor, à Nossa Rainha: por nossas famílias, por nossos jovens, pela Santa Igreja de Cristo, etc.

Como mãe diligente, Ela está sempre pronta a nos atender; e esta é uma ocasião muito propícia para nos dirigirmos a Ela: “Quando a Santíssima Virgem entra numa alma, faz desabrochar nela uma luminosa primavera; dissipa as nuvens sombrias da tristeza, da dúvida e do desânimo. Os corações que se dão sinceramente a Ela são inundados de claridade, de paz e felicidade”1


Com confiança, louvemos e ofereçamos desagravos ao Coração Imaculado de Maria:

Data: 02 de Março de 2013, sábado.
Local: Paróquia Nossa Senhora da Liberdade

Endereço: Rua Júlio Mesquita, s/n – Jardim América – Praça da Capela

Maringá – PR
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Programa: 17h – Início do atendimento às confissões

________18h – Recitação do terço e meditação de um mistério do Rosário.

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 ________19h – Santa Missa, com coroação solene da Imagem Peregrina de N.Senhora de Fátima

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Contamos com a presença de todos. Pedimos a Nossa Senhora que interceda por cada um em particular e derrame sobre todos as suas copiosas bênçãos.

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Em Jesus e Maria

 

(1) Padre Thomas de Saint-Laurent. A Virgem Maria. S.Paulo: Artpress, 1997, p.11

Solene coroação de Nossa Senhora de Fátima

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Aprovação Pontifícia dos Arautos do Evangelho: 12 anos!

Neste 22 de Fevereiro, na festa da Cátedra de Pedro, estão os Arautos do Evangelho de todo o mundo em festa. Sim! Há 12 anos ocorria em Roma a sua Aprovação Pontifícia. Ainda ecoam nos corações dos Arautos as sublimes palavras então proferidas por sua Santidade, João Paulo II, naquela manhã de 28 de Fevereiro de 2001:

Saúdo… de modo especial o numeroso grupo da Associação Internacional de Fiéis de Direito Pontifício, Arautos do Evangelho, para que sendo fiéis à Igreja, ao seu Magistério, permaneçam unidos aos seus pastores e anunciem corajosamente, pelo mundo inteiro, a Cristo Nosso Senhor”.

Sede mensageiros do Evangelho pela intercessão do Coração Imaculado de Maria. A todos faço votos de que a Quaresma seja portadora de um espírito novo diante de Deus”(1)

Pelos seus frutos, os conhecereis” (Cf. Mt 7,15).

Quem tem a oportunidade de manter contato constante com os Arautos do Evangelho pode testemunhar que os desejos e anseios do Santo Padre se realizaram plenamente. Em regiões distantes, em cidades minúsculas, ou em grandes metrópoles, seja no nosso imenso Brasil ou em mais de 70 países no mundo, estão os Arautos realizando seu trabalho evangelizador e é impossível ser indiferentes a eles. “Unidos a seus pastores” anunciam corajosamente a Cristo, Nosso Senhor.

Vários são os aspectos da atuação dos Arautos – “frutos” – que poderiam ser comentados efusivamente. O trabalho junto à juventude, o apostolado na educação, a divulgação da Devoção a Nossa Senhora, o trabalho em hospitais, em comunidades carentes de recursos materiais e espirituais. Enfim, uma rica variedade de dons a serviço da Igreja de Deus. Todas essas obras dos Arautos – que encantam em todo o mundo – são consequência da extrema fidelidade de seu Fundador, o Monsenhor João Clá Dias à graça de Deus que o inspirou a fundar essa obra magnífica. “Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Assemelha-se à árvore plantada perto da água, que estende as raízes para o arroio; se vier o calor, ela não temerá, e sua folhagem continuará verdejante; não a inquieta a seca de um ano, pois ela continua a produzir frutos” (Cf. Jer 17, 7-8). Dedicação, horas incansáveis de trabalho, estudo e, sobretudo, horas de oração e de adoração ao SS. Sacramento, as quais são constantemente oferecidas pelo nosso Fundador, têm comprado as graças para o florescimento e crescimento dessa Obra.

A história dos Arautos ainda está sendo escrita, de forma que é praticamente impossível abordar toda a sua riqueza nos limites de um texto como este.

Um aspecto muito saliente e importante dessa obra, cuja lembrança não pode ser negligenciada e que merece ser destacado é a sua abertura para as pessoas que se aproximam da Associação, mas que, por razões diversas, não podem lhe dar uma adesão total de tempo. Os Arautos, absolutamente, não são uma associação fechada, voltada para si mesma. Por exemplo, os Cooperadores dos Arautos, numa linguagem interna conhecidos como Terciários, são um testemunho vivo dessa abertura. São eles pais e mães de família que, apesar de não poderem se dedicar integralmente à obra dos Arautos, podem, no entanto, participar dela voluntariamente, conforme o tempo lhes permita.

Assim, é perfeitamente razoável que numa Missa, ou numa reunião numa Casa da Comunidade dos Arautos seja encontrada uma grande variedade de pessoas: de meninos e meninas de 10, 11 anos, até octogenários! Todos partilhando, dentro de sua capacidade e disponibilidade, dos mesmos ideais. Todos agradecidos a Nossa Senhora por fazer parte dessa Obra!

Certa vez, em visita à Comunidade dos Arautos em Maringá, comentou Dom Anuar Battisti: a Igreja é um jardim florido, com uma rica e imensa variedade de flores. Os Arautos, com a Graça de Deus e pela fidelidade de seus incansáveis componentes e, principalmente, pela fidelidade de seu Fundador, fazem parte desse maravilhoso jardim de Deus.

Que as graças especiais deste dia possam irradiar-se em todos os corações! Que Nossa Senhora continue cobrindo esta obra com Seu manto sagrado!

Prof. João Celso

1 – Arautos do Evangelho. Surge um Novo Carisma na Igreja. Edição comemorativa de sua ereção pontifícia. S.Paulo: Takano Editora, 2001.

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Arcebispo de Maringá completa 60 anos de vida com lançamento de livro de artigos

Maringá (Terça-Feira, 19/02/2013, Fonte: Gaudium Press) Hoje, dia 19 de fevereiro, dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, no Estado do Paraná, completará 60 anos de vida. Para marcar a data será realizada uma missa de ação de graças, às 18h30min, na Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória. A celebração vai contar com a presença de diversos padres e bispos, além do padre Reginaldo Manzotti.

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Dentro das comemorações em honra ao prelado, haverá o lançamento do livro “Palavras de um amigo”, editado pela Canção Nova, com 60 artigos de dom Anuar, publicados ao longo dos últimos anos. O jantar de lançamento da obra acontecerá depois da celebração eucarística, às 20h, no Moinho Vermelho Buffet. Além da publicação, quem participar do deste evento receberá um audiobook editado em parceria com a Rádio Colméia, da Arquidiocese de Maringá. O livro em áudio foi narrado pelo próprio arcebispo.

Escrita pelo cardeal João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica no Vaticano, a apresentação do livro, em um dos seus trechos, diz o seguinte: “Conheço Dom Anuar há quarenta anos, e com ele condivido um caminho espiritual que nos uniu e continua a nos unir nos dias de hoje: a espiritualidade da unidade de Chiara Lubich, uma das concretizações da espiritualidade de comunhão, proposta pelo Beato Papa João Paulo II para toda a Igreja, como critério de vida para todos os discípulos de Jesus neste novo milênio que estamos iniciando”.

Biografia de dom Anuar

Dom Anuar Battisti nasceu em Alto Honorato, município gaúcho de Lajeado, no dia 19 de fevereiro de 1953. É o terceiro de oito filhos de um casal de profunda vida cristã. Tem uma irmã, Lourdes, religiosa da Congregação de São Carlos, e um irmão, José, padre da Sociedade do Apostolado Católico (palotinos). Ainda criança, em 1963, transferiu-se com a família para Tupãssi, no Paraná, ingressando, em 1964, no Seminário Menor de Toledo, onde fez o ensino fundamental.

De 1967 a 1970 cursou o antigo ginásio, no Seminário de Cascavel. O então segundo grau cursou-o no Seminário São José, de Curitiba (1971-73). Também em Curitiba, na PUC, cursou a Filosofa (1974-76), residindo no Seminário Rainha dos Apóstolos. Em 1977-78 iniciou o curso de Teologia no Studium Theologicum, filiado à Universidade Lateranense.

Participou da escola sacerdotal do Movimento Focolare, em Frascati, na Itália. Completou sua formação teológica (1979-80) na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Ordenou-se padre do clero de Toledo no dia 8 de dezembro de 1980, pela imposição das mãos de dom Geraldo Majella Agnelo.

De 1981 a 1985, foi reitor do Seminário Maria Mãe da Igreja, da diocese de Toledo, ao mesmo tempo em que respondia pela Paróquia de Vila Nova e lecionava na FACITOL, hoje Centro Universitário da Unioeste. De 1985 a 1988, foi reitor da casa de formação dos seminaristas maiores do Oeste do Paraná, em Curitiba.

De 1991 a 1995 residiu em Bogotá, na Colômbia, onde trabalhou como secretário executivo do DEVYM (Departamento de Vocaciones y Ministérios). Em 1996, com a transferência de dom Lúcio para Cascavel, foi eleito administrador da diocese de Toledo, cargo que exerceu por dois anos e meio. Em 15 de abril de 1998, foi nomeado bispo de Toledo, sendo empossado no mesmo dia da ordenação episcopal, 20 de junho.

Durante o quatriênio 2003-2007 exerceu duas funções importantes, para as quais foi eleito, uma em nível continental, outra de âmbito nacional. Foi o responsável pela Seção de Seminários e Ministérios Ordenados, do CELAM, para toda a América Latina, e presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB, para todo o Brasil.

No dia 29 de setembro de 2004 veio a público a notícia de sua eleição para a sede arquiepiscopal de Maringá. Tomou posse como arcebispo, em missa solene, na Catedral de Maringá, às 20h do dia 24 de novembro de 2004. (FB/JS)

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