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Fatinho da Semana: Uma Missa… Um Cavalheiro… Um Retrato

Saberão as almas quando se dizem missas por elas? Mônica, uma jovem muito boa e piedosa, está convencida que sim.

Era ela uma pobre criada, que ganhava o pão servindo nas casas dos ricos, simples, cheia de fé, contente com o tratamento e o pequeno salário que lhe davam, pois Deus a fizera abnegada e sabia que a Ele se pode servir em qualquer ofício.

Mas um dia adoeceu e não teve remédio senão internar-se no hospital dos pobres. Depois de seis semanas deram-lhe alta; perdera, porém, o emprego e não sabia onde refugiar-se, débil e sem recursos. Uma moeda de prata era toda a sua fortuna; mas seu coração estava cheio de confiança em Deus.

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As Missas pelo papai

Refere o Pe. Mateo, apóstolo da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que estando na Inglaterra em tempo de muito frio, preparava para a primeira comunhão um grupo de crianças de seis a nove anos.

– Dizei a vossas mamães que estou pregando o reino do Sagrado Coração e que vós haveis de ser seus missionários.

Depois que acabei de pregar, veio uma menininha e disse-me:

– Padre, meu pai nunca vem à igreja. Vou contar à mamãe o que o Sr. nos disse e eu nunca perderei a Missa.

Eu lhes havia pregado sobre o Coração de Jesus e pedido que me ajudassem salvar almas ouvindo uma ou mais Missas.

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A escada de prata e a escada de ouro

Uma graciosa lenda, tirada dos Fioretti de S. Francisco de Assis, justifica as esperanças dos servos de Maria no Dia do Juízo. A Rainha do céu fez esta promessa: “Estarei diante dos meus devotos servos na hora da morte, para que saiam deste mundo sem ser feridos pelos inimigos que os rodeiam”. São Bernardo chama Maria a “Escada dos Pecadores”.

A lenda seguinte concorda com a doutrina:

Frei Leão, um dos companheiros de S. Francisco de Assis, viu em sonho a cena do Juízo Final.

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Fatinho da Semana: “É inaudito, inaudito, inaudito!”

Numa cidade populosa, São Bernardo estava no púlpito, perante a multidão e chorava. Íntima excitação apoderou-se da massa do povo. Todos os olhares indagavam:

– Bernardo, por que choras?

– Choro, porque não sei se me salvarei. – E continuou a verter lágrimas. – Choro, porque não sei se vós todos vos salvareis.

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