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Frase da Semana: a Santa Igreja é totalmente imutável e incontaminada

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Ela me sorriu sem sorrir

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira comenta uma graça que recebeu de Nossa Senhora, e que perdurou ao longo de toda sua vida.

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Plinio Corrêa de Oliveira deixa fundada uma escola de pensamento e de ação, em prol da Santa Igreja Católica. É ele o inspirador do Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias que fundou os Arautos do Evangelho. E esta escola, antes de tudo, se afirma por uma adesão total e entusiasmada à doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana, expressa nos ensinamentos dos Romanos Pontífices e do Magistério eclesiástico em geral.

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O Homem que ouviu “Abba!” dos lábios do próprio Deus

Quando o Menino Jesus completou um ano de idade, deu-se um fato que marcou a fundo a alma de São José. Embora Nosso Senhor tivesse desde o primeiro instante de sua concepção o mais pleno conhecimento, Ele em tudo desejava manifestar-Se ao mundo como verdadeiro Homem. Portanto, durante os primeiros meses de vida, Ele não falava com seus pais senão por comunicações místicas interiores.

Certo dia, entretanto, estendendo os sagrados bracinhos para seu pai virginal, Ele balbuciou, com o encanto que bem se pode imaginar, sua primeira palavra em aramaico: “Abba!”, isto é, “Papai!”. São José, que possuía um coração dedicado e de grande sensibilidade, não pôde conter as lágrimas e, com muita humildade, interrogou a Nossa Senhora se ele também deveria chamar Jesus de “meu Filho”. A resposta de Maria foi, obviamente, afirmativa!

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São José, comentado por Plinio Corrêa de Oliveira

Plinio Corrêa de Oliveira deixa fundada uma escola de pensamento e de ação, em prol da Santa Igreja Católica. É ele o inspirador do Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias que fundou os Arautos do Evangelho. E esta escola, antes de tudo, se afirma por uma adesão total e entusiasmada à doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana, expressa nos ensinamentos dos Romanos Pontífices e do Magistério eclesiástico em geral. Aqui, apresentamos alguns trechos escolhidos sobre São José.

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À beira da morte… numa Noite de Natal…

Com seu estilo atraente e espirituoso, Lenôtre escreveu um de seus contos de Natal de maneira própria a desmitificar certas idéias sobre as causas mais profundas que determinaram a revolução de 1789 na França, bem como acerca do relacionamento entre as classes sociais naquela época.

Imaginem a Conciergerie1, prisão lúgubre onde eram detidos os condenados pelos revolucionários, muitos deles membros da aristocracia. É véspera de Natal de 1792, digamos, e ali se encontra um conde cujo “crime” maior era o de pertencer a uma classe que se destacava pela cultura, elegância e distinção.

Nessa época, a Conciergerie estava repleta de presos, e todas as manhãs uma carreta vinha apanhar dez ou doze condenados que seriam executados naquele dia. Um pretenso oficial de justiça lia a sentença com a pena de morte, e logo depois ordenava que os levassem para a praça onde se erguia a tristemente célebre guilhotina.

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