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Comemoração do Dia das Mães

No domingo 14 de maio todos celebrávamos, em família, o famoso “Dia das Mães”. Os filhos tiveram a oportunidade, por meio de presentes e manifestações de afeto, mostrar a bem-querença que possuem pelas suas respectivas mães.

Entretanto, era também conveniente que as muitas mães, cujos filhos participam dos Arautos, celebrassem em conjunto esta festa. Não só para estarem todas com seus filhos, mas sobre tudo, para todos estarem junto à Mãe das Mães, Maria Santíssima.

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Apresentações musicais e Dia das Mães…

São diversas as atividades que vem sendo desenvolvidas pelos Arautos, especialmente neste mês de Maio, consagrado a Nossa Senhora. Graças às oportunidades que nos foram proporcionadas e às derramadas por Ela, podemos destacar algumas delas:

1)      Apresentação musical na PUC Maringá

2)      Apresentação musical em Colorado

3)     Dia das Mães na Comunidade dos Arautos

Apresentação Musical na PUC-Maringá  

A pedido dos acadêmicos do curso de filosofia da PUC, o coro e banda dos Arautos do Evangelho de Maringá tiveram a honra e alegria de participar do evento “Verdade e Conhecimento na Filosofia Medieval”, ocorrido na Pontifícia Universidade Católica (PUC), Campus Maringá no último dia 29 de abril. Os Arautos participaram da abertura do evento, realizando um solene cortejo de abertura. No palco, executaram peças musicais, proporcionando aos docentes e discentes da universidade um agradável momento cultural.

É muito conhecido o ensinamento de Santo Agostinho: “quem canta reza duas vezes”. Nesse sentido, foram apresentadas músicas de canto gregoriano e polifônico, os quais nos transmitem uma profunda paz interior, acompanhada de uma bênção e unção sobrenatural.

Sabemos que o canto gregoriano é até hoje o canto litúrgico por excelência da Igreja Católica, ainda usado em cerimônias de todo o mundo. É um canto monofônico, de ritmo livre, sendo permitido o acompanhamento com o órgão. Possui ele este nome em homenagem ao grande Papa São Gregório Magno. No século VI, o sumo-pontífice utilizou os salmos judaicos e os modos gregos, adaptando-os e incorporando-os à liturgia católica.

 Agradecemos aos acadêmicos da PUC pela calorosa acolhida! Até a próxima!

 

Apresentação musical em Colorado

A pedido da Associação de Comércio e Indústria de Colorado (ACIC), os Arautos realizaram um concerto sinfônico nesta cidade (a 95 km de Maringá). A apresentação deu-se no Anfiteatro Municipal.

Foram apresentadas as seguintes músicas: Pavane “Die Schlacht” de Tylman Susato, España Cañi de Marquina, El gato Montés de Manuel Penella e Hallelujah Chorus de George Frideric Handel.

O evento ocorreu por ocasião da comemoração do Dia das Mães da ACIC e foi encerrado com um sorteio de uma moto. A comemoração contou com a participação do Presidente da ACIC, Dr. Marco Aurélio Valério Azevedo.

Como foi o Dia das Mães nos Arautos?

Na tarde deste último Domingo, ocorreu a “Comemoração do Dia das Mães”, na Comunidade dos Arautos. O evento começou com uma peça teatral, apresentada pelos próprios filhos das homenageadas. Houve também uma apresentação musical, desempenhada pelo conjunto de flautas doce e de instrumentistas que participam do Projeto Futuro e Vida.

Em seguida ocorreu a Santa Missa, presidida pelo Revmo. Pe. Roberto Takeshi, EP e concelebrada pelo Revmo. Pe. Lailson Tomé de Lima – que nos deu a honra de sua visita nesta tarde abençoada. A Cerimônia contou com a participação do coro e banda sinfônica, como também da imagem do Imaculado Coração de Maria de Nossa Senhora de Fátima.

Agradecemos a presença alegre de todas as mães e desejamos que a Santíssima Virgem – Mãe de Deus e nossa – cumule de graças e bênçãos todas as mães nesta data tão especial!

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A missão de ser mãe

Certa vez, em uma das sedes dos Arautos do Evangelho, um muito jovem interlocutor foi surpreendido por uma capciosa pergunta: E então, de quem você gosta mais: do pai ou da mãe?

 Um pouco sobressaltado, mas sem titubear, o infante respondeu: Pai é pai… Mas, mãe é mãe! Questão de sabedoria, saída dos lábios de uma criança. São destas respostas que nos deixam atônitos, por partirem de uma alma munida de inôcencia, a ponto de surpreender aos presentes ante a profundidade das palavras.

 Mãe é mãe! E é bem isso.

 A verdadeira mãe está sempre junto ao seu filho, mesmo que as distâncias os separem. São inúmeros os fatos em que uma mãe, quase como com um sexto sentido, sabe o que se passa com o seu filho, mesmo sem estar fisicamente ao seu lado.

 Ela torce por ele, e é capaz de tomar sua defesa nos mais terríveis tribunais. É capaz de sorrir, e até chorar por seu filho, mesmo quando esse deveria fazê-lo. Santa Mônica que o diga o quanto chorou pela conversão de Agostinho, a ponto de após trinta anos de ininterruptas lágrimas, alcançar o que almejava. Posteriormente, bem mereceu ela receber, por obra do Papa Alexandre III, no ano de 1153, o título de “Padroeira das Mães Cristãs”.

Há mães que permeiam sua existência de contínua dedicação, fazendo de si mesmas um precioso unguento que cura as dores de seus filhos. Dispostas sempre a protegê-los, chegam até ao paroxismo de doar suas vidas pelos mesmos. Tal imagem Deus nos deixou na própria natureza: por exemplo, o fato de um animal tão torpe como a galinha, tomar-se de brio e furor contra o ataque do gavião, com intuito de defender, até às últimas consequências, os seus tenros filhotes. Imagem essa utilizada pelo próprio Salvador, referindo-se à cidade eleita: Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis Eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintainhos debaixo das asas, e não o quiseste? (Lucas 13:34)

Destarte, quantas e quantas virtudes poderíamos destacar desta pessoa insubstituível chamada mãe. Entretanto, dentre todas há uma preponderante, cujo valor se eleva sobre as demais, quiçá por completo: a virtude da paciência, praticada pela mãe que permanece ao lado do leito de dor de seu filho, velando como incansável anjo da guarda, dando de si até o holocausto.

E eis aqui, talvez, o episódio em que a Mãe das mães, sob o título de Mãe das Dores e Senhora da Piedade, mais tenha demonstrado seu amor. Ali estava Ela, Stabat Mater Dolorosa, junto à Cruz lacrimosa, padecendo com o Divino Filho, alcançando-nos a Redenção. Foi a Virgem que, por excelência, louvou ao Senhor com o salmo: “Ao seu lado eu estarei em suas dores!”(Sl 90,15).

Para termos noção deste terrível transe sofrido por Ela, São Bernardo nos assegura que, no momento em que transpassaram o lado de Cristo, a lança perfurara o Corpo do Redentor; mas a alma traspassada fora a de Maria (sermo in dom.infra oct. Assumptionis, 14-15: Opera omnia, Edit. Cisterc). E como aprendemos no livro dos provérbios: “A fornalha prova o ouro, e a tribulação prova os homens justos!” (Pr 17,3).

Que glória para Ela, que surpreendente ousadia! Tê-Lo sobre os seus braços virginais na hora suprema, sustentando, em seu coração, o sagrado escrínio da fé.

Voltemos, pois, nossos olhos, Àquela que por excelência foi Mãe, e peçamos a Ela por nossas mães, rogando-Lhe alcançar de seu Divino Filho, uma benção especial para todas as que exercem tão extraordinária missão.

Douglas da Silva