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“O céu se conquista aqui”, afirma o Arcebispo de Maringá

Maringá – Paraná (Terça-Feira, 03/06/2014, Gaudium PressCom o título “Firmes contra todas as ciladas do inimigo”, Dom Anuar Battisti, Arcebispo de Maringá, no Estado do Paraná, afirmou em seu mais recente artigo que a vida cristã é luta permanente e perseverante e não há trégua para ninguém. No texto, o Prelado salienta que nesta vida nunca estaremos livres da contaminação do mal e das tramas do maligno e que estar imunizado contra todas as artimanhas do pecado significa não se acostumar com ele e nem mesmo fingir que ele não existe.

De acordo com o Arcebispo, o pecado existe sim e está aí para tentar nos destruir, porém Deus é maior e a nossa força está no Senhor Jesus. Como afirma o apóstolo Paulo: “Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e na força do seu poder. Vistam a armadura de Deus, para poderem resistir às manobras do diabo. A nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra os espíritos do mal que habitam nas regiões celestes. Por isso, vistam a armadura de Deus, para que possam resistir e permanecer firmes, superando todas as provas. Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz”.

Dom Anuar ainda explica que com a armadura de Deus venceremos as manobras do diabo. “Se Deus é por nós quem será contra nós” (Rm. 8,4). Segundo ele, estar com Deus é estar com o cinto da verdade, vestido com a couraça da justiça e ter nos pés as palavras do santo evangelho, o evangelho da paz.

Outra afirmação do Prelado é que se hoje o mal parece ser mais forte do que o bem, a causa está no afastamento de Deus, principalmente pelos homens do poder e daqueles que têm autoridade constituída. Para Dom Anuar, o apóstolo deixa claro que a luta não é contra pessoas e sim contra o poder corrupto, contra as autoridades enganadoras, os dominadores do mundo das trevas, das manobras na calada da noite ou até mesmo na luz do dia. Ele ressalta que mesmo que possa parecer impossível a luta dos cristãos, a batalha deve ser permanente e jamais devemos desanimar.

“Por isso vistam a armadura de Deus, para que possam resistir e permanecer firmes, superando todas as provas. O mundo odeia a justiça, a verdade, a honestidade, o bem comum. O reino da mentira, que é do diabo, ocupa as primeiras manchetes dos noticiários, e é sustentado pelo sangue de inocentes que nas portas dos hospitais clamam por saúde, pelos milhares de profissionais da saúde que veem desparecer a vida das suas mãos por falta de recursos e condições de trabalho”, avalia.

Além disso, o Arcebispo recorda estar armado com a armadura da fé, da justiça e da verdade, é a condição para resistir às investidas do maligno, que quer ver os cristãos submetidos ao domínio do mal, das falcatruas e enganações. “Este caminho é largo e amplo, e são muitos os que entram por ele. Estreito e difícil é o caminho da benção e da salvação, e são poucos os que entram por ele” (Mt. 7,13).

Por fim, Dom Anuar afirma que teremos muita surpresa se chegarmos ao céu! De acordo com ele, vamos encontrar pessoas que nunca pensamos em encontrar, como também não veremos pessoas que imaginávamos ter o céu garantido. O Prelado enfatiza que este é o tempo, esse é o dia da salvação, e que não podemos esperar outro. Conforme ele, o céu se conquista aqui e certamente a certeza da vida eterna nos faz lutar sempre, até o fim.

“Mesmo sabendo que o mal te rodeia, lute sempre, não se canse. Lute no poder da oração e das obras. O Senhor conta contigo, sempre, para construir um mundo melhor. Por Jesus e com Jesus isso é possível. Só depende de você”, conclui. (FB)

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Disponível em: http://www.arautos.org/noticias/59664/-ldquo-O-ceu-se-conquista-aqui-rdquo—afirma-o-Arcebispo-de-Maringa.html

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Arcebispo de Maringá completa dez anos de serviço pastoral na região

Maringá – Paraná (Segunda-Feira, 24-11-2014, Gaudium Press) Nesta segunda-feira, dia 24 de novembro, Dom Anuar Battisti completa dez anos como Arcebispo da Arquidiocese de Maringá, no Estado do Paraná. Sucedendo a Dom João Braz de Avis, o Prelado tomou posse como Arcebispo de Maringá no dia 24 de novembro de 2004, em uma Celebração Eucarística solene, realizada na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória.

De acordo com nota publicada pela assessoria de comunicação da Arquidiocese de Maringá, avaliando esses dez anos de história na região Dom Anuar revelou que a Arquidiocese tem características específicas que fazem com que a Igreja local se torne referência positiva em diversos aspectos.

“Hoje, graças a Deus, temos que reconhecer, humildemente, que a nossa Igreja particular tem colhido bons frutos. Enquanto em muitos lugares a evasão dos fiéis afeta a vida pastoral, aqui as nossas igrejas estão cada vez mais cheias e as estatísticas apontam crescimento também na qualidade da participação do povo de Deus”, disse o Prelado.

Dom Anuar Battisti

Nasceu em Alto Honorato, município de Lajeado, no Rio Grande do Sul, aos 19 de fevereiro de 1953. É o terceiro de oito filhos de Aniceto Battisti e Edorilda Knipof dos Santos, casal de profunda vida cristã. Tem uma irmã, Lourdes, religiosa da Congregação de São Carlos, e um irmão, José, sacerdote da Sociedade do Apostolado Católico (padres palotinos).

Cursou Filosofa em Curitiba, nos anos de 1974 a 1976, residindo no Seminário Rainha dos Apóstolos, no bairro Seminário. Em 1977 e 1978 cursou Teologia no Studium Theologicum. De outubro de 1978 a março de 1979, participou da escola sacerdotal do Movimento Focolare, em Frascati, na Itália.

Completou sua formação teológica nos anos de 1979 e 1980, na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Foi ordenado sacerdote, do clero diocesano de Toledo, no dia 8 de dezembro de 1980, pela imposição das mãos de dom Geraldo Majella Agnelo, atual Cardeal Primaz do Brasil, Arcebispo de Salvador. Em 15 de abril de 1998, por escolha do Papa João Paulo II, foi nomeado bispo diocesano de Toledo, sendo empossado no mesmo dia da ordenação episcopal, a 20 de junho daquele ano.

No dia 29 de setembro de 2004, foi nomeado para a sede arquiepiscopal de Maringá. Tomou posse como arcebispo em 24 de novembro. Dom Anuar é o quarto Arcebispo de Maringá. No Regional Sul 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que representa a Igreja Católica no Paraná, Dom Anuar é bispo referencial da Pastoral da Criança, Pastoral da Juventude, Pastoral Universitária e da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB). (FB)

Fonte: Gaudium Press

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Congresso dos Missionários do Dízimo, em Maringá

Maringá – Paraná (Terça-Feira, 26/08/2014, Gaudium Press) A Pastoral do Dízimo da Arquidiocese de Maringá, no Estado do Paraná, promoverá no próximo dia 7 de setembro o Congresso dos Missionários do Dízimo. O evento será realizado das 8h às 12h no Auditório São João Paulo II, que fica dentro do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Glória.

A programação do evento terá início às 8h, com a celebração da Santa Missa. Em seguida, das 9h20 às 9h40, será realizada a apresentação das paróquias presentes. Na sequência, das 9h40 às 10h40, haverá uma explicação sobre a espiritualidade do Dízimo e sua pastoral. O palestrante será o Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti.

Logo após, das 10h40 às 11h50, o coordenador espiritual do Dízimo da Arquidiocese, Padre José Mello, proferirá algumas palavras, e será debatido também alguns assuntos de interesse da pastoral. Das 11h50 às 12h, ocorrerá a benção final e o encerramento do congresso.

O auditório João Paulo II, com capacidade para cerca de 700 pessoas e estacionamento para 300 veículos, fica anexo ao Centro de Formação Bom Pastor e ao Seminário Arquidiocesano, na Avenida Colombo, na Rodovia BR 376, no quilômetro 130. Mais informações pelo telefone (44) 3227-1706.

Dízimo

O dízimo é uma contribuição voluntária, regular, periódica e proporcional aos rendimentos recebidos, que todo batizado deve assumir como obrigação pessoal – mas também como direito – em relação à manutenção da vida da Igreja, local onde vive sua fé. O dízimo é uma forma concreta de manifestar a fé em Deus providente, um modo de viver a esperança em seu Reino de vida e justiça, um jeito de praticar a caridade na vida em comunidade.

Além disso, o dízimo é uma forma de agradecimento a Deus, pois a pessoa toma consciência de que está restituindo ao Altíssimo o que é Dele, e não pagando a Deus uma dívida. Também é maneira pela qual cada fiel cristão assume sua corresponsabilidade com a missão salvífica de Jesus e é essa consciência que o leva a devolver parte do tudo (vida, inteligência, força, bens, renda, etc.) que de graça recebeu de Deus.

Pastoral do Dízimo

A Pastoral do Dízimo tem como missão conscientizar o paroquiano sobre sua responsabilidade com a comunidade da qual faz parte; conscientizar os fiéis sobre a dimensão bíblica, teológica, e espiritual do dízimo; e testemunhar a alegria de uma vida agradecida a Deus, através da oferta mensal do dízimo. (FB)

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“É fácil professar a fé, o complicado é deixar essa fé transformar o modo de agir e pensar”, afirma o arcebispo de Maringá

Maringá – Paraná (Terça-Feira, 11/02/2014, Gaudium Press) “O ato de fé pode não significar nada” é o título do artigo de dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, no Paraná, em que ele compartilha que ao participar do curso com os bispos no Rio de Janeiro foi tomado por um pensamento que o deixou preocupado. Lá foi meditado o texto do evangelista Marcos, quando narra o endemoninhado dizendo: “Vendo Jesus de longe, o endemoninhado correu, caiu de joelhos diante dele, e gritou bem alto: Que tens a ver comigo, Jesus Filho do Deus altíssimo? Eu te conjuro por Deus, não me atormentes” (Mc 5,6-8).

Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá

Dom Anuar explica que este texto chamou sua atenção pelo fato de que o demônio acredita, ele tem fé, ele reconhece o Filho de Deus, e conjura por Deus. Então o prelado questiona: Porque ele faz isso e continua fazendo o mal, atormentando as pessoas? Porque faz um ato de fé e nada muda em sua vida? Porque nunca muda de caminho, ficando sempre na contramão da história?

“Fiquei pensando e me veio um certo temor. O demônio reconhece Jesus, professa a fé Nele, mas não O segue e continua sempre pela própria estrada. Jamais será diferente porque sabe quem é Jesus: o Filho de Deus. Mas a sua convicção não interfere no seu modo de agir. É fácil professar a fé, o complicado é deixar essa fé transformar o modo de agir e pensar”, avalia o arcebispo.

De acordo com dom Anuar, é por isso que o maligno continuará sempre maligno, porque a fé não tem nada a ver com a vida concreta. Para ele, a diferença está na fé, que faz verdadeiramente alguém ser discípulo de Jesus; caso contrário eu fico parecendo o demônio que acredita, faz um ato de fé, mas continua sendo o rei da maldade e do pecado, fazendo de conta que não acredita.

“Confesso que essa reflexão me causou um certo temor e me fez repensar o meu seguimento, enquanto escolhido e chamado a colaborar na vinha do Senhor. Entendi melhor a expressão de Jesus: ‘O único pecado que não tem perdão é o pecado contra o Espírito Santo’. Esse é o pecado, professar com os lábios e negar com as atitudes, ou seja, não deixar Deus agir em nós, porque é Ele que vem ao nosso encontro”, destaca.

Segundo o prelado, não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele quem nos amou por primeiro. E, portanto, negar a iniciativa de Deus, fechar-se em si mesmo, nos colocando no lugar de Deus, é negar toda e qualquer ação do Espírito Santo em nós, salienta o arcebispo. “Esse é o pecado que não tem perdão”, completa.

Dom Anuar ainda enfatiza que não é que Deus não perdoe, mas somos nós que não acreditamos nesse perdão. Ele recorda as palavras que o Papa Francisco repetiu várias vezes: “Deus não se cansa de perdoar, nós nos cansamos de pedir perdão”. Conforme o prelado, o caminho de seguimento de Jesus é um caminho de perdas e ganhos. “Perco o meu jeitão de ser e aceito o jeitão do Mestre e Senhor da minha vida. Serei discípulo se serei capaz de assumir a disciplina do Mestre. Não basta dizer eu creio. A fé sem obras é morta”, diz.

Por fim, o arcebispo de Maringá ressalta que no caminho do seguimento do Senhor a astúcia, como as serpentes, e a simplicidade, como as pombas, devem ser sempre as atitudes primordiais para não cairmos na tentação do demônio. É como nós rezamos sempre no Pai Nosso: “Não nos deixeis cair na tentação”. Para dom Anuar, a tentação é exatamente a incoerência do nosso falar e do nosso ser.

“Somente quem está em Deus é uma criatura nova, ou seja renovada, disposta ao seguimento de Jesus como verdadeiro discípulo e discípula. Não tenho dúvidas de que o demônio existe e não tenho dúvidas de que ele nunca para de trabalhar, principalmente, fazendo-nos professar a fé e vivendo como se Deus não existisse. Orar sempre, professar sempre, viver sempre na luz da Fé, assim nada será inútil. A vida terá outro sentido”, conclui. (FB)

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Disponível em: <http://www.gaudiumpress.org/content/55731–E-facil-professar-a-fe–o-complicado-e-deixar-essa-fe-transformar-o-modo-de-agir-e-pensar—afirma-o-arcebispo-de-Maringa> Acesso em: 20/02/2014

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Arcebispo de Maringá: “Vivemos a transitoriedade de uma vida que se apaga ao sopro do inesperado”

Maringá – Paraná (Quinta-Feira, 02/01/2014, Gaudium Press) “Um horizonte de esperança” é o título do mais recente artigo de dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, no Estado do Paraná. No início de sua reflexão, o prelado cita uma frase do Papa Francisco, na abertura do Advento: “Na vida de cada um de nós há sempre uma necessidade de recomeçar, de levantar-se, de recuperar o sentido da meta de sua existência”. Para dom Anuar, na maioria das vezes somos tentados a buscar culpados pelos nossos erros e fracassos.

De acordo com o arcebispo, recuperar o sentido da vida e da conquista do pão com o suor do próprio rosto é a condição para viver com dignidade sem lamentos ou falsas expectativas. Ele ressalta que talvez o que mais pesa é querer concertar o passado, ou talvez criar sentimento de culpa, e até mesmo pensar que não valeu apena. “Tenho certeza que não temos outra saída a não ser recomeçar, apostando tudo no momento presente, cientes de que o futuro não nos pertence”, completa.

Para o prelado, o grande horizonte que jamais devemos perder de vista é a esperança: uma esperança que não decepciona, porque esta alicerçada na fé, construída na Palavra de Deus, alimentada pela capacidade de dobrar os joelhos e orar sempre sem se cansar. Segundo ele, temos como guia permanente a nos mostrar os caminhos seguros, verdes e abundantes pastagens, Jesus Cristo, o Bom e Amado Pastor.

Ainda conforme dom Anuar, a humanidade, há mais de dois mil anos, caminha na luz do Menino que naquela noite, sem encontrar lugar nas casas, encontra um estábulo para nascer e ouvir dos anjos: “Glória a Deus nas alturas e Paz na terra aos homens de boa vontade”!

“Esse é o tempo e o momento de reavivar a esperança que nos faz crer e fazer tudo como se tudo dependesse de nós, mas ao mesmo tempo como se tudo dependesse de Deus. Somos humanos, com todos os limites e possibilidades. Ninguém é todo poderoso e muito menos dono do próprio nariz. Vivemos a transitoriedade de uma vida que se apaga ao sopro do inesperado. Sem pretensões de super-homens e nem homens sem ideais, somos feitos para solenizar cada momento presente, como único e último”, destaca.

Outra questão abordada pelo arcebispo é que ao findar de um ano marcado por sucessos e fracassos, por alegrias e tristezas, resta-nos carregar os nossos sentimentos de uma profunda gratidão: em primeiro lugar ao Criador que nos amou e nos deu a capacidade de amar e ganhar o pão com o suor do próprio rosto; e em segundo lugar gratidão a todos que de uma maneira ou de outra cruzaram os nossos caminhos marcando êxitos ou dividindo as cruzes.

“Penso que esta é uma oportunidade para perdoar aqueles que de alguma forma foram obstáculos no caminho da vida. Não existe satisfação melhor do que ter um coração livre e vazio de rancores e ódios do passado.”

Por fim, dom Anuar agradece ao Senhor por mais um ano concluído e pede a Ele que nos abençoe para que o novo ano seja mais uma oportunidade para recomeçar com os pés no chão e os olhos no céu, animados por uma viva esperança de tempos melhores.

“Senhor, desejamos construir a nossa vida na dignidade de filhos e filhas criados a sua imagem e semelhança. Não queremos desfigurar ninguém com nossas atitudes e sim defender a vida, amando a todos, sem perder a esperança. Abençoado Ano Novo para você e sua família. Feliz 2014”, conclui. (FB)

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Fonte: www.gaudiumpress.org/content/54405