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Um festival de fraternal convivência

O Fundador dos Arautos do Evangelho, Monsenhor João Clá Dias, com o discernimento que lhe é próprio, ensina que “a maior felicidade nesta terra encontra-se no convívio, quando este é respeitoso, nobre e elevado”.[i] De fato, uma das maiores dificuldades que as pessoas enfrentam nos dias atuais é encontrarem boas oportunidades para um bom convívio entre amigos, fora da agitação, da insegurança e do paganismo generalizado.

No último sábado, dia 17 de Março, dezenas de amigos dos Arautos do Evangelho tiveram a graça única de experimentar as amabilidades de um convívio fraternal, participando do evento denominado Festival das Massas, que consistiu em um jantar beneficente em prol da construção, em Maringá, da Capela Nossa Senhora do Bom Sucesso, que será erigida no terreno onde está, em fase adiantada – a construção do mosteiro, e que será em breve ocupado pelos dos Arautos do Evangelho de Maringá.

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Ela me sorriu sem sorrir

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira comenta uma graça que recebeu de Nossa Senhora, e que perdurou ao longo de toda sua vida.

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Plinio Corrêa de Oliveira deixa fundada uma escola de pensamento e de ação, em prol da Santa Igreja Católica. É ele o inspirador do Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias que fundou os Arautos do Evangelho. E esta escola, antes de tudo, se afirma por uma adesão total e entusiasmada à doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana, expressa nos ensinamentos dos Romanos Pontífices e do Magistério eclesiástico em geral.

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São José: Quem o conhece?

No último final de semana do mês de Julho, os Cooperadores dos Arautos do Evangelho, também conhecidos como Terciários, foram surpreendidos pela pergunta que dá o título a este post: São José: Quem o conhece?

Certamente, todos os que tiveram a graça de participar do 13º. Congresso Internacional dos Cooperadores dos Arautos do Evangelho, realizado no Seminário Arautos do Evangelho – Thabor, localizado na Serra da Cantareira, em cujo complexo também se encontra a Basílica Menor Nossa Senhora do Rosário – todos responderiam de forma muito tímida em relação a seu próprio conhecimento a respeito das grandezas da Vocação do Patriarca da Santa Igreja e pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso São José! De fato, após as brilhantes e entusiásticas exposições que tiveram lugar no Congresso, esse conhecimento foi aumentado exponencialmente.

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Frase da Semana: Senhor, eu não sou digno…

 

“Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa”

(Lc 7,6)

Santo Afonso

Santo Afonso

Santo Afonso de Ligório em seu célebre tratado sobre a Oração[1], quando trata das várias condições para que a nossa oração seja atendida por Deus, estabelece que uma das condições principais é a humildade com que devemos pedir: “O Senhor atende às orações de seus servos, mas dos servos humildes (…) onde falta humildade, Deus não atende, pelo contrário, repele as orações dos soberbos”.[2].

A Frase da Semana destaca o pedido humilde do Centurião[3] (ou oficial Romano): “Senhor, eu não sou digno!”. Nessa frase, proposta pela Liturgia para o IX Domingo do Tempo Comum, o Evangelista São Lucas mostra o contentamento e admiração de Nosso Senhor Jesus Cristo, que não resiste em atender a esse pedido humilde: “Nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”.

É uma frase tão impactante, tão digna de registro que a Igreja a inclui na Santa Missa, e, assim, será repetida por todos os séculos, até o fim do mundo: “Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo”.

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Frase da Semana – Sentar-se à mesa no Reino dos Céus

“Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa…”

(Mt 8,8)

“Nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé” (Mt 8,10), exclama Jesus, com divino entusiasmo ao elogiar a incisiva manifestação de fé do oficial romano que Lhe pede a cura de um empregado. De fato, poder-se-ia afirmar que esta confiança irrestrita depositada no poder de Nosso Senhor– sobretudo vindo de um pagão – foi motivo de alegria, de contentamento para o Divino Mestre, entre tantos descasos que Ele encontrara em muitos lugares, inclusive, sua terra natal, Nazaré.

Estamos adentrando no Tempo Litúrgico do Advento.

Explica Monsenhor João Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho: O “Tempo do Advento compõe-se de quatro semanas, representando os séculos e milênios que esperou a humanidade pela vinda do Redentor. Nesse período, tudo na Liturgia se reveste de austeridade – omite-se o Glória, os paramentos são roxos e as flores não enfeitam mais o interior dos templos – para lembrar ‘nossa condição de peregrinos, ancorados ainda na esperança’. (1)

Pois bem, justamente ao dar início ao tempo do Advento, a Liturgia nos propõe a reflexão deste belíssimo trecho do Evangelho de São Mateus (8, 5-11) (2)que a Frase da Semana traz a seus leitores. A Fé do oficial romano é humilde: reconhece a sua indignidade diante do Redentor. Mas é também confiante: não hesita por um instante sequer.

Portanto, é nessa condição de peregrinos que devemos procurar imitar a Fé do oficial romano: embora não sejamos dignos de que o Senhor entre em nossa casa, isto é, em nossa vida, em nossa alma, em nossa morada interior, esforcemo-nos para que a porta esteja sempre aberta. Que graça podermos dar esta alegria ao nosso Redentor e Salvador: a de possuirmos uma Fé viva e inabalável, para, finalmente, podermos nos sentar à mesa no Reino dos Céus (Mt 8,11).

Que a Virgem Santíssima, medianeira de todas as graças, nos ajude nesse propósito! Salve Maria!


(1) Monsenhor João Clá Dias, EP. O inédito sobre os Evangelhos. Comentários aos Evangelhos. vol. V,Coedição internacional de Cittàdel Vaticano: LibreriaEditrice Vaticana, São Paulo: Instituto LumenSapientiae, 2013, p. 24.

(2) Missa da segunda feira da primeira semana do Advento.

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