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São José, quem o conhece?…

Novo Livro de Mons. João S. Clá Dias

Mons. João Clá deseja, com esta nova obra, apresentar o genuíno perfil do grande Patriarca da Igreja, a fim de fomentar, com toda a ênfase, a autêntica devoção em relação à sua extraordinária figura. São José foi um herói insuperável, um verdadeiro Cruzado da Luz; em síntese, o homem de confiança da Santíssima Trindade. Sua força está profundamente ligada à sua virgindade, pois a pureza íntegra é a única capaz de originar no coração humano as energias necessárias para enfrentar as dificuldades com ânimo resoluto e total certeza da vitória.

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NOVO eLivro de Fátima

100 anos de Fátima Agore em formato eLivro: as palavras proféticas da Mãe de Deus são hoje mais claras do que nunca!


É uma mensagem para você, para mim, para cada um de nós…
O que Nossa Senhora veio anunciar? O que veio implorar?
Acaba de ser lançando em formato eLivro:
“Fátima: O meu Imaculado Coração Triunfará”, de Mons. João S. Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho,
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Homenagem à Virgem no Centenário das Aparicões de Fátima

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A alma de todo o apostolado

Um dos livros primordiais para quem deseja se instruir sobre como fazer bem ao próximo, especialmente aqueles que se dedicam à evangelização, é “A alma de todo o apostolado”.

Jean-Baptiste-Chautard

De autoria do abade trapista, D. Jean-Baptiste Chautard (1858-1935), esta obra foi escrita durante uma viagem ao Brasil e tornou-se uma das mais importantes da espiritualidade católica. Para se medir seu alcance, bastará dizer que se tornou livro de cabeceira de São Pio X, sendo por ele calorosamente recomendado.

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Livros Imperdíveis: História de uma alma – manuscritos autobiográficos

História de uma alma – manuscritos autobiográficos

por Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face

Título:     História de uma alma: Manuscritos autobiográficos

Autora:   Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face

[Tradução das Religiosas do Carmelo do Imaculado Coração de Maria e de santa Teresinha]

Editora: Paulus, São Paulo, 1986 (1ª. edição, 1979) 30ª reimpressão, 2013. Série Espiritualidade.

Sob o ponto de vista meramente humano, o que poderia haver de interessante, “imperdível” na narração da vida de uma jovem carmelita, falecida aos 24 anos, no final do século XVIII, tomada pela tuberculose, em um convento carmelita no interior da França?

Santa Teresinha do Menino Jesus

De fato, alguém que desconhecesse a importância de Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face para a Igreja de Cristo, não encontraria motivos para essa leitura. Não é, absolutamente, o que acontece com as pessoas que buscam aprofundamento espiritual: Esta jovem santa, que, durante sua curta vida no Carmelo desejou ardentemente ser esposa de Jesus, sentiu, ao mesmo tempo, outros chamados, outras vocações, como  “a de Guerreiro, a de Sacerdote, a de Apóstolo, a de Doutor e a de Mártir, enfim, (…) a necessidade, o desejo de realizar para Ti, Jesus, todas as obras mais heroicas (…) Sinto na minha alma a coragem de um cruzado, de um zuavo [soldado] pontifício. Queria morrer num campo de batalha pela defesa da Igreja.” (1) Proclamada Doutora da Igreja, a maior Santa dos tempos modernos, pode isto tudo realizar.

Na breve – porém intensa – vida de Santa Teresa, podemos contemplar vários aspectos da Caridade Cristã, exemplos a serem imitados: a exímia vida de família, na qual seus pais, os Beatos Luís Martin e Zélia Guérin (esta falecida quando a santa contava com apenas 6 anos de idade), esforçaram-se para conduzir a educação de suas filhas ao encontro de “uma fé sólida, que vê Deus em todos os acontecimentos, e que lhe rende culto incessante: oração em família, missas matinais, comunhão frequente (…), vésperas dominicais, retiros espirituais. Toda a vida segue o ritmo do ciclo litúrgico, das peregrinações, do escrupuloso acatamento aos jejuns e abstinências”. (2)

“Neste ambiente de sublime candura, a pequena Teresa foi sendo preparada para a elevada missão para a qual havia sido escolhida pela Providência. Ela e suas quatro irmãs, todas consagradas a Deus, foram pedras preciosas cuidadosamente buriladas no atelier familiar dos Martin (…).  Bem sabia o Sr. Martin que o exemplo vivo dos pais é insubstituível na educação dos filhos nas vias da santificação. Estimular o amor a Deus, a frequência aos Sacramentos, a proximidade espiritual com a Igreja, é um meio pelo qual os progenitores exercem sobre a prole seu sacerdócio real, recebido no Batismo. Desta sorte, deitam fundo no coração dos filhos a vivência da espiritualidade cristã, gravando em suas almas uma marca que nem o tempo nem as circunstâncias da vida poderão apagar”. (3)

A leitura da vida de Santa Teresa, por ela narrada, também nos leva ao conhecimento de suas grandes virtudes espirituais.

A Santa da “Pequena Via”

Na Revista Arautos do Evangelho, encontramos a explicação para o que vem a ser, exatamente, a Pequena Via, proposta por Santa Teresinha: o caminho da santidade acessível a todos. Explica-nos o Arauto Juan Carlos Casté:

A própria Santa Teresinha explica, nos Manuscritos Autobiográficos, em que consiste a sua “pequena via” de santificação.

“Sempre desejei ser santa, mas – pobre de mim! – sempre constatei, ao me comparar com os santos, que entre eles e eu existe a mesma diferença que há entre uma montanha cujo cume se perde nos céus e o grão de areia obscuro pisado pelos transeuntes. Longe de desanimar, disse a mim mesma: ‘O bom Deus não pode inspirar desejos irrealizáveis. Logo, apesar de minha pequenez, posso aspirar à santidade. Tornar-me grande, é impossível; devo, pois, me suportar tal como sou, com todas as minhas imperfeições, mas quero procurar um meio de ir ao Céu por uma pequena via bem direita, bem curta, uma pequena via inteiramente nova’.”

*    *    *

Nessa época, fazia enorme sucesso o elevador, recém-inventado, que poupava às pessoas o esforço de subir escadas. Sor Teresinha sentiu um grande desejo de “encontrar um ascensor para me elevar até Jesus, porque sou pequena demais para galgar a rude escada da perfeição“. Pôs-se então a procurar nos Livros Sagrados e encontrou este pensamento: “Se alguém é pequenino, que venha a Mim” (Pr 9, 4). Continuando sua pesquisa, encontrou esta afirmação: “Como uma mãe acaricia seu filho, assim Eu vos consolarei, vos carregarei ao peito” (Is 66, 12-13). E concluiu cheia de júbilo: “Ah! O elevador que deve me erguer até o Céu são vossos braços, ó Jesus!”

A leitura atenta e amorosa dos Santos Evangelhos lançou-lhe mais luz: “Se não vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos Céus” (Mt 18, 3). “Deixai vir a Mim os pequeninos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham” (Mc 10, 14).

Estava explicitado em que consiste a “pequena via”, o caminho da infância espiritual. Nela, o importante, não é fazer grandes mortificações corporais, mas aceitar com humildade a própria pequenez, as próprias limitações, até mesmo as próprias imperfeições, e ter um amor e uma confiança sem limites na bondade de Deus; e, como fruto desse amor, ter imensos desejos de fazer com perfeição os atos da vida diária. (4)

Os Manuscritos Autobiográficos

Santa Teresinha, como é mais familiarmente conhecida, reuniu em três cadernos – intitulados “Manuscritos Autobiográficos” –, escritos durante três anos, as principais lembranças de sua vida, as quais servem de reflexão e crescimento espiritual a todos os que querem imitá-la, em sua “pequena via”.

A História de uma alma, consiste basicamente em:

Manuscrito A, redigido por Teresa entre o começo de janeiro de 1895 e 20 de janeiro de 1896, a pedido de sua irmã Paulina, então Priora do Carmelo de Lisieux. Trata-se de reminiscências de infância, com o título: História Primaveril de uma Florinha Branca, escrita por ela mesma, e dedicada à Reverenda Madre Inês de Jesus.

Manuscrito B, composto de duas partes: uma “elevação” de alma a Jesus, escrita a 08 de setembro de 1896, e uma carta à Irmã Maria do Sagrado Coração (sua irmã Maria), à guisa de prólogo do presente escrito, e redigida entre 13 e 16 de setembro de 1896.

Manuscrito C, caderno dedicado à Madre Maria de Gonzaga, feita de novo priora em 1896 – redigido em junho de 1897. É um complemento das reminiscências de Teresa a respeito da vida religiosa, evocada muito de relance no Manuscrito A, e alonga-se sobre as exigências da caridade fraterna, que a Santa nesse mesmo ano redescobrira em profundidade. (5)

Por que este livro é Imperdível?

Santa Teresinha do Menino Jesus

A importância e oportunidade da leitura – por que não dizer – da meditação deste livro por todas as pessoas que desejam sinceramente buscar o caminho da santidade de vida, nos são apresentadas pela própria Autora: Com efeito, “dois meses antes de morrer, Teresa relia, a pedido da Madre Inês de Jesus, algumas páginas de suas reminiscências de infância. Com lágrimas nos olhos, faz uma pausa de repente: ‘O que releio neste caderno mostra tão bem o que é a minha alma!… Minha Madre, estas páginas farão grande bem. Depois, ficará melhor conhecida a doçura do Bom Deus’”. (6)

É este justamente o intuito da seção Livros Imperdíveis do Blog dos Arautos do Evangelho de Maringá: que todos os seus leitores tenham contato com esta obra extraordinária, inspirada por Deus, cuja leitura deixa nas almas um encantamento, uma alegria, um perfume de rosas, que levam ao conhecimento de que a santidade, através da “pequena via” está ao alcance de todos os que assim o desejarem. Nossos votos de uma boa leitura!

Salve Maria!

Por João Celso


(1) Arautos do Evangelho Maringá. Frase da Semana. Disponível em:

(2) Op. cit. p. 17

(3) Carlos Werner Benjumea. Santa Teresinha e a alegria de viver em família. Revista Arautos do Evangelho, Agosto/2006, n. 56, p. 36 à 38. Disponível em: http://www.arautos.org/artigo/6410/Santa-Teresinha-e-a-alegria-de-viver-em-familia

(4) Juan Carlos Casté. Santa Teresinha: “Minha via é segura”. Revista Arautos do Evangelho, Out/2005, n. 46, p. 22-25. Disponível em: http://www.arautos.org/artigo/8259/Santa-Teresinha—ldquo-Minha-via-e-segura-rdquo–

(5) Op. cit. p. 6

(6) Op. cit. p. 11

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Livros imperdíveis – Memórias do Oratório de S. Francisco de Sales

Memórias do Oratório de S. Francisco de Sales

por São João Bosco

Título:    Memórias do Oratório de São Francisco de Sales (1815-1855)

Autor:     São João Bosco

               Tradução P. Fausto Santa Catarina

Editora: Ed. Salesiana Dom Bosco. São Paulo, 1982.

São João Bosco

Há livros tão interessantes, atraentes, bem escritos e capazes de fazer com que seus leitores se liguem a eles de modo tão intenso que a sua leitura é repetida por várias vezes ao longo dos anos. Quando são livros suscitados pelo Amor a Deus e pela obediência, são ainda mais eficazes. É este precisamente o caso do nosso Livro Imperdível deste mês: Memórias do Oratório de São Francisco de Sales, escrita pelo grande São João Bosco, fundador da Ordem Salesiana.

Imaginemos a cena de um pai de família que sem deixar-se levar por pretensões literárias, procure falar a seus filhos com o coração aberto, rememorando as muitas histórias, aventuras, perigos e apertos pelos quais passou ao longo da vida. Exatamente desta maneira, São João Bosco dirige-se a seus filhos e lhes dá a conhecer, neste livro, todos os detalhes que envolveram a fundação e o desenvolvimento dos seus Oratórios (como era conhecida a Obra dos Salesianos em seu início), durante as suas primeiras décadas, de 1815 a 1855.

Este livro foi escrito em obediência a uma determinação do Papa Pio IX. De fato, em sua primeira viagem a Roma, no ano de 1858, Dom Bosco foi aconselhado pelo Pontífice a escrever a história e os elementos sobrenaturais que envolveram a fundação de sua Congregação. O Santo adiou esta tarefa o quanto pode. Quando finalmente voltou a Roma, no ano 1867, querendo Pio IX saber se o trabalho estava concluído, Dom Bosco argumentou que inúmeras atividades o impediam de tocar esse projeto. Ordenou então o Papa que ele o fizesse o quanto antes, pois serviria de exemplo e de inspiração para as gerações futuras. Dom Bosco atendeu e, felizmente, esta magnífica obra chega até nossos dias.

João Bosco nasceu no ano de 1815, numa pequena vila nos arredores de Turim, região do Piemonte, Norte da Itália. Perdeu seu pai quando tinha apenas dois anos e foi criado por sua virtuosíssima Mamma Margarida, na companhia de dois irmãos (o mais velho, Antonio, era seu irmão apenas por parte de pai). 

A sua família enfrentou inúmeras dificuldades materiais, sem, contudo esmorecer na Fé. Sua mãe foi exímia em formá-lo no caminho da santidade.  Por exemplo, no momento em que, ao entrar no Seminário, iria revestir-se do hábito eclesiástico, com firmeza falou sua mãe: Prefiro ter como filho um pobre camponês, a um padre negligente nos seus deveres” (1). Esses conselhos que levavam ao cumprimento exímio do dever, acompanharam-no por toda a vida.

Este Santo foi agraciado pela Providência com numerosos dons naturais que saltam aos olhos durante a leitura do livro: inteligência luminosa, memória inigualável, vigor físico arrebatador, aliada a uma força de vontade extraordinária. Estes dons naturais certamente o favoreceram durante a vida, mas, sobretudo, foi a total correspondência aos dons sobrenaturais, que fez de São João Bosco este grande Fundador. Tivesse ele levado em conta apenas seus dons naturais, poderia ter-se tornado um grande literato, um empresário de sucesso, um professor ilustre, mas, não um Fundador. Afinal, que são essas conquistas humanas diante do brilho que este Santo tem, no Céu, por toda a eternidade?

Nossa Senhora Auxiliadora – Basílica de Maria Auxiliadora – Turim, Itália

Desde o primeiro sonho (revelação mística) que teve aos nove anos de idade, que lhe fez antever o que a Providência Divina lhe reservava, João Bosco procurou escutar e atender – por toda a vida – aos chamados recebidos. Por isso, ele é a prova viva de que os dons naturais, quando potencializados pela Graça Divina, podem levar o ser humano a verdadeiros prodígios, em prol do serviço de Deus e da Igreja. São João Bosco sofreu inúmeras perseguições – internas e externas –, mas, soube entregar suas dificuldades, suas angústias ao auxílio de Nossa Senhora, cuja Devoção sua mãe imprimiu em sua alma desde a mais tenra idade. A Devoção a Nossa Senhora levou-o a construir, anos mais tarde, a belíssima Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora em Turim, até hoje um dos santuários mais visitados em todo o mundo!

A Providência sempre foi pródiga em recompensar e atender a esse filho muito fiel! Um exemplo tocante é a ação do seu Anjo da Guarda, que inúmeras vezes o protegeu sob a figura de um enorme e valente cão cinzento, o “Grigio. São fatos emocionantes e encantadores relatados pelo Santo.

Por que este livro é Imperdível?

O objetivo prioritário de São João Bosco neste livro é apresentar aos seus filhos, numa narrativa atraente e despretensiosa, as inúmeras aventuras vividas por ele nos seus primeiros 40 anos de vida, sobretudo as dificuldades que enfrentou para estabelecer estavelmente o seu Oratório, o qual tinha como meta atender aos inúmeros meninos carentes que então perambulavam pelas ruas de Turim, sem haver quem com eles se preocupasse. Estas pobres almas acabavam por cair na criminalidade e, invariavelmente iam parar nas cadeias, de onde saíam ainda piores do que entraram.

Porém, numa análise mais profunda, as narrativas de São João Bosco, serviram também para inspirar outros Fundadores e outras instituições, que futuramente viriam a dedicar-se a este mesmo apostolado com os jovens. Não apenas com jovens pobres no sentido material, mas, principalmente, com os jovens pobres na Fé, espiritualmente desamparados e carentes de ouvir a Boa Nova no caótico mundo contemporâneo.

Por outro lado é também riquíssima a experiência que nos deixa a narrativa do Santo a respeito do funcionamento das instituições em sua época, principalmente as Escolas Católicas: “(…) é bom lembrar que naqueles tempos a religião formava parte fundamental da educação. Um professor, que mesmo por brincadeira pronunciasse uma palavra indecorosa ou irreligiosa, era imediatamente destituído do cargo. Se assim acontecia com os professores, imaginai a severidade que se usava com os alunos indisciplinados ou escandalosos!” (2) Quão diferente dos tempos atuais!

Este grande Fundador desenvolveu também um sistema de pregações simples, atraentes e acessíveis a todas as pessoas; esta simplicidade, carregada de conteúdo e profundidade, era o segredo para atrair a si milhares de almas. Próprio dos grandes santos! São João Bosco também nunca fugiu da luta pelo bem das almas e pela defesa da Igreja, extremamente perseguida no seu tempo. Utilizou com eficiência dos meios que dispunha à época para comunicar-se com os fiéis e levar a eles a Doutrina, publicando livros, jornais e folhetos em tiragens espetaculares para a época. Hoje em dia, certamente também se utilizaria dos meios disponíveis, como faz o Fundador dos Arautos, Monsenhor João Clá Dias, aliás, grande devoto deste Santo.

Enfim, seriam necessárias milhares de palavras para descrever as grandezas deste livro: Imperdível pelo seu conteúdo e pelo seu estilo; mas, principalmente, pelos ensinamentos que a sua agradável leitura proporciona. Com toda a certeza os leitores que deste livro se aproximarem poderão auferir dele uma alegria verdadeira – aquela mesma alegria que experimentou São João Bosco ao narrar a seus filhos as suas inúmeras aventuras.

São João Bosco, rogai por nós e protegei a nossa juventude!

Salve Maria!

Por João Celso


(1) São João Bosco. Memórias do Oratório de São Francisco de Sales (1815-1855). Trad. P.Fausto Santa Catarina. São Paulo: Ed. Salesiana Dom Bosco, 1982. P. 68.

(2) Op.cit. pág. 43