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Frase da Semana – As dores de Maria

“Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.

(Lc 2,35)

A Frase da Semana é extraída de um trecho do Evangelho de São Lucas (2, 22-40), proposto pela Liturgia para a meditação dos fiéis no Domingo da Festa da Apresentação do Senhor. Faz parte da Profecia de Simeão, que segundo narra o Evangelho, era “justo e piedoso”, ou seja, um Santo. Depois de aguardar, durante muitos anos, a realização das Promessas do Antigo Testamento, finalmente Simeão pode tomar o Menino Jesus nos braços e agradecer e louvar a Deus. Talvez, depois de São José, tenha sido ele o segundo homem a ter esse privilégio.

Dentro daquele clima de alegria profética, tendo diante de si o Menino que vinha para salvar a humanidade, Simeão, referiu-se à contradição que Ele representava. Dirige, então, à Maria Santíssima uma frase muito misteriosa, coberta de inúmeros significados, quiçá, ela mesma uma frase  que contradizia aquele momento extasiante que estavam vivendo: “uma espada traspassará a tua alma!”.  A este respeito, comenta Monsenhor João Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho:

Maria é co-redentora do gê­nero humano. Essa profecia de Simeão, Ela já a conhecia. Mais ainda, estaria gravada em seu espírito até a ressurreição de Jesus. Ela é a Rainha dos Mártires e, desde a Anunciação, sofreria com Cristo, por Cristo e em Cristo. (1)

Nossa Senhora das Dores,
Igreja de São Jorge, Vigoleno, Itália

E este sofrimento, Maria Santíssima haveria de suportá-lo até o fim: diante da Cruz, Ela estava de pé! E como esta Frase da Semana pode servir de guia para nossa vida espiritual? Certamente, também nós teremos que enfrentar inúmeros sofrimentos durante nossa vida, até que chegue o momento glorioso de irmos para o Céu. Portanto, devemos imitar Maria Santíssima, como comenta Monsenhor João Clá:

“Nós somos convidados neste trecho do Evangelho a dar um caráter de holocausto às dores que nos forem permitidas pela Providência. Tenhamos amor às cruzes que nos cabem, unindo-nos a Jesus e a Maria nessa grandiosa cena da apresentação.” (2)

Nossa Senhora, Mãe de todas as dores, rogai por nós!

Salve Maria!

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(1) Mons. João Clá Dias, EP. Apresentação do Senhor. Revista Arautos do Evangelho n. 2, Fev/2002, pág. 13 a 17. Disponível em: http://www.arautos.org/especial/16222/A-apresentacao-do-Menino-Jesus-e-a-apresentacao-de-Maria-Virgem.html
(2) Idem, ibidem.

 

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A misericórdia de Cristo Rei

Uma das formas muito elucidativas de compreendermos o Reinado de Cristo nesta Terra é expressa belamente pela imagem do Cristo Rei, que se encontra na Basílica do Sagrado Coração de Jesus em Valladolid (Espanha).

Cristo Rei – Igreja do Sagrado Coração de Jesus – Valladolid, Espanha

Contemple por alguns instantes, caro leitor, a magnífica imagem. Nosso Senhor está sentado de maneira majestosa, dando uma bênção. Tem como esplendor de sua cabeça, uma grande cruz ornamental. Sua fisionomia, serena, régia e bondosa; quantos aspectos poderíamos comentar!

No entanto, um se sobressai, no sentido de evocar a maneira pela qual, tão frequentemente, ou melhor dizendo, sempre, Ele realiza o seu governo nas almas.

Qual é essa característica? A misericórdia. E esta é representada, na imagem, pelo seu Sagrado Coração.

Sim. Cristo Rei exerce o seu reinado sobre as almas com misericórdia infinita, no entanto nem sempre correspondida. “Eis o Coração que tanto amou o mundo e por ele não foi amado”.

Nosso Senhor Jesus Cristo, nesta imagem, nos mostra seu Sagrado Coração, símbolo de Seu amor infinito por cada um de nós. E seu reinado sobre nós se dará inteiramente, aqui na terra, se formos santos e abertos inteiramente ao convite de união com Ele.

Com efeito, conforme comenta Mons. João Clá Dias, o Sagrado Coração “é o símbolo por excelência do amor infinito de Deus pelos pecadores e a mais comovente manifestação de sua capacidade de perdoar, abrir-se à misericórdia que d’Ele dimana, constitui uma segura fonte de salvação […]” (1)

Que a Solenidade de Cristo Rei seja, para cada um de nós, ocasião de muitíssimas graças de amor e de confiança absoluta ao Seu Sagrado Coração, por meio do Imaculado Coração de Maria. Desta forma seremos inundados de um júbilo incomparável, a nos preparar para a felicidade plena no reinado de Cristo Rei na eternidade.

Por Adilson Costa da Costa

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(1) Mons. João Clá Dias. Artigos
Disponível em http://www.joaocladias.org.br/MostraArtigo.aspx?id=212
Acesso em 24 nov. 13

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O reinado de Cristo Rei, na Terra e no Céu

 

Diante do Bem, quantas são as reações dos homens, ao longo da história! Ali está, diante dos príncipes, dos sacerdotes e do povo Aquele que é o Salvador e Redentor do gênero humano, pregado numa cruz. Tem ao seu lado à direita o bom ladrão e à esquerda o mau ladrão. E todos, diante Dele, tomam atitudes e reações diversas, as mais contrárias que se possa imaginar. Confirmam-se também ali, no Calvário, aquelas proféticas palavras do velho Simeão, quando tomou o Menino Jesus nos braços, apresentado por sua Mãe, no templo de Jerusalém: “Ele será um sinal de contradição”. (Lc 2, 34b)

No entanto, este Homem-Deus é verdadeiro Rei. E justamente sua realeza é celebrada solenemente pela Igreja na festa de Cristo Rei, encerrando o Tempo Comum e abrindo as portas para o Advento.

Alguém, na contemplação desta cena da Paixão, descrita por São Lucas (Lc 23, 35-43) na Solenidade de Cristo Rei, poderia questionar: “Mas como será rei quem está exposto a tal humilhação e sofrimento; como conciliar a grandeza da realeza com a loucura da Cruz?”

Entre tantos aspectos a considerar, que nos mostram o quanto Nosso Senhor Jesus Cristo é Rei, consideremos a reação de São Dimas, comentada por Mons. João Clá Dias:

 “Quem discerniu em sua substância a Realeza de Cristo foi o bom ladrão, por se ter deixado penetrar pela graça. Arrependido em extremo, aceitou compungido as penas que lhe eram infligidas, e reconhecendo a Inocência de Jesus no mais fundo do seu coração, proclamou os segredos de sua consciência para defendê-la das blasfêmias de todos: ‘Nem tu temes a Deus, estando no mesmo suplício? Quanto a nós se fez justiça, porque recebemos o castigo que mereciam nossas ações, mas Este não fez nenhum mal’. Eis a verdadeira retidão. Primeiro, humildemente ter dor dos pecados cometidos; em seguida, com resignação abraçar o castigo respectivo; por fim, vencendo o respeito humano, ostentar bem alto a bandeira de Cristo Rei e aí suplicar-lhe: ‘Senhor, lembra-Te de mim, quando entrares no teu Reino!’” [grifo nosso] (1).

Mas, poderíamos nos perguntar: Qual seria essa substância da Realeza de Cristo?

E eis que nos vem a resposta dada pelo próprio Fundador dos Arautos: “[…] o principal de seu governo neste mundo: o Reinado sobrenatural que é realizado, na sua essência, através da graça e da santidade. Nosso Senhor Jesus Cristo, enquanto a  ‘videira verdadeira’, é a causa da vitalidade dos ramos. A seiva que por eles circula, alimentando flores e frutos, tem sua origem n’Aquele Unigênito do Pai (cf. Jo 15, 1-8). Ele é a Luz do Mundo (cf. Jo 1, 9; 3, 19; 8, 12; 9, 5) para auxiliar e dar vida aos que dela quiserem se servir para evitar as trevas eternas” (2).

Em outros termos, quando abrimos nossos corações para graça de Nosso Senhor, pelos rogos de Nossa Senhora, se dá o Reino em nosso interior, alcançamos assim a autêntica felicidade.

Eis aqui o Reinado de Cristo nesta Terra, diferentemente do que Ele exerce junto ao Céu, na eternidade. No entanto, em ambos, Ele é verdadeiramente Cristo Rei: “Foi-me dado todo o poder no Céu e na Terra” (Mt 28, 18).

Peçamos a Nossa Senhora, Rainha dos Corações, que interceda por nós junto a Ele, de maneira que ambos exerçam efetivamente o reinado em nossos corações, aqui e agora, nesta terra, e por toda a eternidade. Assim seja.

Por Adilson Costa da Costa

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(1) Mons. João S. Clá Dias, EP. O inédito sobre os Evangelhos. v. VI, Coedição internacional de Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, São Paulo: Instituto Lumen Sapientiae, 2012, p.  495
(2) idem, p. 490

 

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Mãe da Divina Graça

Colocai os olhos, caro leitor, por alguns instantes, na foto estampada neste artigo. Considere quanta tranquilidade, paz e harmonia ela nos evoca. Sim, trata-se Daquela que é “formosa como a lua” e “brilhante como sol”. E das mais variadas impressões que Ela nos causa, uma sem dúvida nos embala em suave confiança: sua bondade maternal, sempre acolhedora.

Com efeito, entre os títulos de Nossa Senhora, um especialmente é rico em significados. Rezamos esta invocação frequentemente na Ladainha de Nossa Senhora: Mãe da Divina Graça.

Ela é nossa Mãe, que nos acolhe nas necessidades: “nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tenha recorrido a Vossa proteção, implorado vosso socorro, fosse por Vós desamparado” (1). Ora, sobretudo, esta incomparável Mãe, que está pronta a nos atender nas nossas urgências, até mesmo naturais, nos distribui o que há de melhor: a graça de Deus. Tendo a graça de Deus, temos tudo, ainda que nos faltasse o restante.

Como diz o célebre autor francês, Padre Jourdain (2), “Enfim, Maria é a Mãe da divina graça, pelos benefícios da graça que Ela nos obtém de Deus […] Ela vivifica tudo, e a tudo reveste de sua proteção, obtendo aos culpados o perdão; aos enfermos, a saúde, aos fracos, a força; aos aflitos, a consolação; aos que estão em perigo, o socorro e a liberdade”.

Mons. João Clá Dias, EP, na obra “O inédito sobre os Evangelhos”, escreve que devemos invocá-La em todas as tentações e dificuldades, para que chegando ao Céu, rendamos eternas graças aos méritos infinitos de Jesus e às poderosas súplicas de Maria (3).

Assim, tenhamos esta total confiança na Mãe da Divina Graça, “a Mãe de Cristo, que é o autor e a fonte de toda a graça” (4), sempre recorrendo a Ela, seja nas grandes necessidades quanto nas pequenas, e assim seremos inundados das graças de seu divino Filho e de uma paz de alma que nada pode abalar.

Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça, rogai por nós!

Por Adilson Costa da Costa

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(1) São Bernardo. Lembrai-Vos. Disponível em: http://www.arautos.org/artigo/118/Lembrai-Vos.html
(2) JOURDAIN, Z. Sommes dês Grandeurs de Marie. Paris: Hippolyte Walzer, 1900. v. III. pp. 64-65, 67-68.
(3) Mons. João S. Clá Dias, EP. O inédito sobre os Evangelhos. v. VI, Coedição internacional de Città del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, São Paulo: Instituto Lumen Sapientiae, 2012.
(4) JOURDAIN, Z. Sommes dês Grandeurs de Marie. Paris: Hippolyte Walzer, 1900. v. III. pp. 64-65, 67-68.

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Revista Arautos em Foco – Novembro 2013

Resenha Mensal

da Revista

Arautos do Evangelho

 N. 143

Novembro 2013

Capa: Arautos do setor feminino conduzem a imagem de Nossa Senhora Aparecida ao altar-mor do Santuário durante a V Peregrinação Nacional do Apostolado do Oratório.

Foto: Leandro Souza

“Num ambiente de muita piedade e alegria”, foi realizada, no dia 14 de Setembro a V Peregrinação Nacional a Aparecida, promovida pelo Apostolado do Oratório Maria Rainha dos Corações. Na ocasião, 11 mil participantes lotaram a Basílica Nacional de Aparecida, “onde puderam depositar seus pedidos aos pés da Virgem Mãe Aparecida e agradecer-Lhe os incontáveis favores recebidos”. Este é o destaque da capa da Revista Arautos do Evangelho n. 143, do mês de Novembro de 2013. A matéria completa sobre a V Peregrinação encontra-se a partir da página 26.

Por sua vez, o Editorial aborda a consonância que deve haver entre o “zelo operativo…sem deixar de ter as vistas e o coração postos no sobrenatural”, o que justamente caracteriza toda a atuação dos Arautos do Evangelho, no Brasil e no mundo.

A Voz do Papa deste mês traz excertos do Discurso, proferido pelo Papa em 27/09/2013 aos catequistas vindos a Roma em peregrinação, por ocasião do Ano da Fé e do Congresso Internacional de Catequese. Nesse discurso, Francisco lembra que o “catequista tem a maravilhosa missão de educar na Fé, e deve exercê-la recomeçando de Cristo”. O Pontífice manifesta o seu contentamento de que “haja, no Ano da Fé, este encontro para vós: a catequese constitui uma coluna para a educação da Fé, e são precisos bons catequistas!”.

No Comentário ao Evangelho de Mateus 5, 1-12ª, que a Liturgia apresenta para a Solenidade de Todos os Santos, o Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho, lembra que nesta Solenidade, a “Igreja nos convida a ver com esperança nossos irmãos celestes, como estímulo para percorrermos por inteiro o caminho iniciado com o Batismo e atingirmos a plena felicidade na glória da visão beatífica”. Muito oportunamente, lembra ainda Monsenhor que “Santos são todos os que fazem parte do Corpo Místico de Cristo, não só os que conquistaram a glória celeste”. Em seu artigo, o Monsenhor João Clá estimula todos a pedir a intercessão de todos os santos “a fim de um dia nos encontrarmos em sua companhia no Céu. Enquanto lá não chegarmos, podemos nos relacionar com essa enorme plêiade de irmãos celestes, membros do mesmo Corpo [Místico], por um canal direto muito mais eficiente do que qualquer meio de comunicação moderno: a oração, o amor a Deus e o amor a eles enquanto unidos a Deus. Tenhamos a certeza de que, do alto, eles nos olham com benevolência, rogam por nós e nos protegem”.

Continuando a abordagem de aspectos da vida de Dona Lucilia Ribeiro dos Santos Corrêa de Oliveira, o número de Novembro, traz artigo intitulado “O calor dessa bondade” em que destaca que a bondade de Dona Lucilia não se restringia a seu ambiente doméstico, mas se estendia a todos os que com ela tivessem contato. Sobre essa calorosa bondade, declarou um sobrinho: “Tia Lucilia ficou marcada para mim a vida inteira como uma santa… Porque uma tão grande bondade ficou como que impregnada em mim, e até hoje ainda sinto o calor dessa bondade”. Vale a pena conferir este belo artigo, a partir da página 18.

 O Diácono Flávio Roberto Lorenzato Fugyama, EP em seu artigo intitulado Jesus se oculta nos superiores, ao narrar um surpreendente fato havido com o Beato Stefano Bellesini no momento de seu sepultamento, trata da grandeza da virtude da obediência “em aras da qual as almas consagradas imolam aquilo que têm de mais precioso: a própria vontade”. Dessa magnífica “virtude da obediência deram-nos o mais sublime exemplo Jesus e Maria”, como descreve São Paulo: “Sendo Ele [Cristo] de condição divina, não Se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a Si mesmo, assumindo a condição de escravo … tornando-Se obediente até a morte, e morte de Cruz” (Cf. Fl 2, 6-8).

Arautos no Brasil traz notícias sobre atividades dos Arautos do Evangelho em todo o País, em Curitiba, Cuiabá e Nova Friburgo, com destaque para a visita realizada por participantes do Curso de Formação Teológica, ao Hospital Geriátrico Dom Pedro II, no Bairro do Jaçanã, na capital paulista.

A seção Arautos no Mundo  traz inúmeras atividades desenvolvidas pelos Arautos na Colômbia, Peru, Equador, além da peregrinação da imagem peregrina em Honduras.

A Irmã Maria Teresa Ribeiro Matos, EP apresenta a extraordinária vida de São Martinho de Porres. Nascido a 09 de dezembro de 1579, em Lima, no Peru, este grande santo, “misto de fidalgo e homem do povo, suas virtudes esplendecentes contribuíram para conferir à civilização peruana do seu tempo uma beleza e uma ordenação católicas até hoje insuperáveis”. Entrou para o Convento do Rosário, dos dominicanos, com apenas 14 anos, exercendo as mais simples funções, por exemplo, tarefas domésticas, como “varrer salões e claustros, a enfermaria, o coro e a igreja da grande propriedade, que abrigava por volta de 200 religiosos, entre noviços, irmãos leigos e doutos sacerdotes”. A visão sobrenatural de Frei Martinho “fazia-o compreender bem a glória que há em servir, à imitação do próprio Cristo Jesus, que Se encarnou para nos dar exemplo de completa submissão”. A humildade extraordinária e sua intensa espiritualidade fizeram com que a Providência permitisse ao santo realizar, ainda em vida, incontáveis milagres. Com “o exemplo de sua vida ele nos demonstra ser possível alcançar a santidade pelo caminho que Cristo nos ensina: amando a Deus, em primeiro lugar, com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente; e, em segundo, ao próximo como a nós mesmos”.

A Palavra dos Pastores deste n. 143, traz artigo assinado por Dom Javier Echevarría Rodríguez, Prelado do Opus Dei, intitulado Batismo e Reconciliação, no qual comenta que o “Sacramento do Batismo nos introduz na grande família dos filhos de Deus. E quando dela nos excluímos, pelo pecado mortal, o da Reconciliação nos regenera, limpa e purifica”.

Em Histórias para crianças… ou adultos cheios de Fé? Maria Beatriz Ribeiro Matos narra as provações do jovem Gustavo que, órfão de pai e mãe, em seus momentos de maior provação espiritual, foi socorrido por Maria Santíssima. Nunca se ouviu dizer… uma bela história, a partir da página 46.

É certamente possível elevar nossa alma, buscando as coisas do alto, mesmo quando estamos realizando as tarefas mais simples do dia-a-dia. É o que demonstra Fahima Spielmann no artigo Pináculo de pedra, auge de amor. Exemplo extraordinário dessa disponibilidade para Deus é a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus, a qual, mesmo sem sair do Convento, realizou obras grandiosas.

Com suas fotos e ilustrações de muito bom gosto e sua qualidade gráfica, o número 143, da Revista Arautos do Evangelho de Novembro de 2013 tem ainda muitas outras seções, por exemplo Aconteceu na Igreja e no mundo que traz as principais notícias do mundo católico. É a melhor companhia que a família católica pode desejar!

Por isso, querido leitor, queremos convidá-lo a maravilhar-se com a Revista Arautos do Evangelho em sua totalidade! Leia a Revista em família, em suas reuniões de Grupo e nas horas vagas do seu trabalho. A Revista Arautos é cultura católica de primeira qualidade.

Faça a sua assinatura, contatando a Sede Regional dos Arautos, em Maringá, através do telefone (44) 3028-6596, ou através deste BLOG e daremos as informações detalhadas

Salve Maria! Até o próximo mês.

Por João Celso

A Revista Arautos do Evangelho nasceu em 2002, um ano após os Arautos receberem do Papa a aprovação Pontifícia.

Com o intuito de levar aos lares do mundo inteiro a Palavra de Deus, as principais notícias da Igreja e um conteúdo completo baseado nos ensinamentos da Santa   Sé, a Revista Arautos traz em suas páginas artigos para todas as idades e visa, sobretudo, a formação católica da família.

A Revista Arautos é instrumento de evangelização e expressa o carisma dos Arautos do Evangelho”.

(www.revistacatolica.com.br)