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Maringá acolhe a Virgem de Fátima por ocasião do Centenário das Aparições

Antigamente, era a alegria e honra dos habitantes de uma cidade o fato de ouvirem a notícia de que a sua rainha queria visitá-los. Todos colaboravam e faziam render seus talentos preparando uma esplendorosa acolhida para a sua tão querida rainha. Belos tapetes, lindas flores, ricos tecidos e brocados eram colocados nas ruas da cidade para a tão esperada vinda de sua soberana.

Uma Rainha veio a Maringá: Maria Santíssima, a Rainha de Céus e Terra! Ela quis estar conosco no Centenário das suas Aparições em Fátima. E graças a Deus, Ela foi calorosamente acolhida, com as manifestações de amor e carinho da parte de tantos maringaenses. Mais do que tapetes e tecidos, os presentes prepararam-lhe uma bonita coroa das mais belas rosas: a recitação do rosário.

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Tarde de Louvor com Maria em Astorga: explosão de fé, oração e entusiasmo junto à Mãe de Deus

Já imaginou, caro leitor, se você fosse convidado… talvez  por um anjo, para passar uma tarde com Jesus, José e Maria, na Casa de Nazaré? Com que transbordamentos de entusiasmo você iria correndo para lá, sem querer perder um só segundo do celestial convívio que ali se estabeleceria? Acredite, caro leitor, foi isso que se deu em Astorga na tarde do último Sábado de Outubro.

A Tarde com Maria começou às 14:30 com a gloriosa chegada da Sagrada Imagem no Trevo da Cidade, onde foi acolhida por uma multidão de fiéis com seus automóveis, prontos para iniciar a carreata que a conduziu calorosamente, em meio a cantos e fogos de artifício, até a Igreja de Nossa Senhora do Rocio.

Neste local iniciou-se uma interessante palestra do Arauto Cícero Sobreira de Souza, que já esteve em Missão em vários países, sobre “A Devoção a Nossa Senhora e o Apostolado do Oratório no contexto do Ano da Fé”, mostrando que neste período devemos especialmente cultivar esta virtude, que pode nos alcançar as maiores graças de Deus, desde que praticada com total confiança na bondade e misericórdia da Mãe de Deus.

Ao fim da palestra, a Banda e o Coro dos Arautos de Maringá, que contou com a colaboração  de membros  provenientes de São Paulo, entrou solenemente executando a primeira melodia da Apresentação Musical que se seguiu. Houve muita interação com o público, que foi convidado a participar de algumas músicas marcando o ritmo com palmas e, em uma peça de origem espanhola, a bradar os populares “olés”, típicos dessa nação.

Em meio ao clima de alegria, iniciou-se abençoada cerimônia em que duas novas Cooperadoras dos Arautos receberam a bela túnica que simboliza sua participação mais efetiva no movimento.

Passou-se à imposição dos escapulários de Nossa Senhora do Carmo para o público, que foi informado sobre as preciosas graças associadas a esta devoção. Após animado lanche, os participantes acompanharam a Imagem Peregrina até o imponente Santuário de Nossa Senhora Aparecida para uma Santa Missa, transmitida ao vivo pela TV Antares.

Seguiu-se então a Celebração Eucarística, presidida pelo Revmo. Pe. Antonio Carlos Colusso, EP, provindo de São Paulo, tendo a Liturgia contado com a participação dos membros do Setor Feminino dos Arautos de Maringá.

Após a bênção para os fiéis presentes e telespectadores da TV Antares, foi realizada a solene coroação da Imagem de Nossa Senhora de Fátima pelas duas neo-cooperadoras dos Arautos, em meio a efusivas manifestações e aplausos entusiasmados dos fiéis, que foram, neste momento, convidados a consagrar seus corações ao Imaculado Coração de Maria.

A imagem percorreu os corredores do recinto sagrado sendo especialmente aclamada por todos, partindo, em seguida, para a Procissão Luminosa, que percorreu as ruas da cidade recitando a oração do terço, entremeada por cânticos executados pelo Coro e Banda dos Arautos do Evangelho.

Terminada a Procissão, iniciou-se uma Vigília Noturna junto à Imagem Peregrina, numa manifestação de ardorosa Fé e devoção do povo de Astorga à Santa Mãe de Deus, que durou até a Missa das nove horas de Domingo.

Agradeçamos, Arautos e bom povo de Astorga, a oportunidade que tivemos de orarmos, louvarmos e glorificarmos à Virgem Santíssima na Terra, e pedimos, ó Mãe de Misericórdia, que nos ajude e ampare sempre, até o dia bendito em que também nós possamos participar, não apenas de uma tarde, mas de uma eternidade de louvores, associando-nos à sua glorificação pelos anjos, bem-aventurados e pela própria Santíssima Trindade, no Céu, e assim, estarmos mais juntos a Vós.

Salve Maria! E até a próxima Tarde de Louvor com Maria!

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Procissão e Santa Missa em Arapongas

Os Arautos tiveram a alegria de participar, a convite do Revmo. Pe. José Roberto de Rezende, da Comemoração da Festa de Santa Rita de Cássia, na Paróquia de mesmo nome, em Arapongas.

Assim, no dia 22 de maio, última quarta-feira, deu-se início a solene Cerimônia em homenagem à Santa Rita de Cássia, com uma Procissão ao longo das ruas circunvizinhas à Paróquia, acompanhada da imagem da padroeira. O povo acompanhava a banda sinfônica dos Arautos cantando hinos em louvor ao Santíssimo Sacramento, a Nossa Senhora e à defensora dos fiéis paroquianos.

No fim da procissão, deu-se início à renovação do Santo Sacrifício do Calvário. A igreja, devidamente ornada para o culto divino, estava repleta com cerca de 800 fiéis, os quais encontravam-se na expectativa da grande cerimônia.

Foi uma Celebração cumulada de bênçãos e graças pela Santíssima Virgem, a qual foi esplendidamente coroada como Rainha da Paróquia Santa Rita de Cássia. O Celebrante, representando todos os fiéis coroou a fronte da imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria. Todos estavam muito emocionados, aplaudindo com calor e entusiasmo a Rainha dos Corações.

Após a coroação, os Arautos ofereceram uma homenagem aos fiéis de Arapongas: foi apresentada uma música tipicamente brasileira, com a letra adaptada para a ocasião. Já nos primeiros acordes, puderam eles reconhecer a música típica do sertão brasileiro: Luar do Sertão. A letra também nos ensina um pouco da vida de Santa Rita. Segue abaixo a letra adaptada desta música tão singela, apresentada na ocasião:

Luar de Santa Rita de Cássia – Arapongas

Ai que saudades do luar da minha terra,

Lá na serra branquejando folhas secas pelo chão.

Este luar cá da cidade tão escuro,

Não tem aquelas saudades do luar lá do sertão.

Não há ó gente ó não, luar como este do sertão.

Este luar me faz lembrar coisa tão bela,

Alma santa como a dela é bem difícil encontrar.

Ó Santa Rita as nossas almas purifica,

Prá sua história tão bonita hoje esta Igreja relembrar.

Não há ó gente ó não, luar como este do sertão.

A verdadeira função do casamento

E a vocação para o convento, as duas pôde realizar.

Santificou e salvou o seu marido

Depois uniu-se a Jesus Cristo e fez da Igreja o seu lar.

Não há ó gente ó não, luar como este do sertão.

Desde o momento em que esta mãe maravilhosa

Se tornou religiosa, novos filhos adotou.

Cada cristão que existe aqui e no mundo inteiro

Foi premiado, por primeiro, filho de Rita se tornou.

Não há ó gente ó não, luar como este do sertão.

Hoje pedimos a intercessão de Santa Rita

Nesta data tão bonita, abençoai a todos nós.

Abençoai também ao bom Padre Rezende,

Pois junto dele a gente sente a voz de Cristo em sua voz.

Não há ó gente ó não, luar como este do sertão.

 Este texto é insuficiente para descrever o entusiasmo e encanto dos presentes durante a apresentação dessa música, saudada, ao final, com calorosa salva de palmas.

No fim da Santa Missa, os fiéis puderam se aproximar da imagem de Nossa Senhora de Fátima, para apresentarem seus pedidos à Rainha do Céu e da Terra. Em seguida, todos se dirigiram para as comemorações da festa da Padroeira: ambiente de alegria, como convém aos filhos da Santa Igreja Católica.

Agradecemos ao querido Padre Rezende e a comunidade de Santa Rita pela fraternal acolhida e esperamos ter a oportunidade de rever os amigos de Arapongas em breve!

 

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Frase da Semana – Corpus Christi

“Ao levar a Eucaristia pelas ruas e praças, queremos 
submergir o Pão descido do céu no cotidiano de 
nossa vida; queremos que, Jesus caminhe onde nós 
caminhamos, que viva onde vivemos.”

(Bento XVI)

 Instituição da Festa de Corpus Christi

Na bula Transiturus de hoc mundo, de 11 de Agosto do ano de 1264 (séc. XIII), o Papa Urbano IV determinou a solene celebração da festa de Corpus Christi em toda a Igreja.

Justificou o Papa a necessidade de uma solenidade especial para celebrar o Corpo de Cristo, pois, na Quinta Feira Santa (Instituição da Sagrada Eucaristia) “a Igreja ocupa-se com a reconciliação dos penitentes, a consagração do santo crisma, o lava-pés e muitas outras funções que lhe impedem de voltar-se plenamente à veneração desse mistério”.

A partir desse momento, a devoção eucarística desabrochou com maior vigor entre os fiéis: os hinos e antífonas compostos por São Tomás de Aquino para a ocasião – entre os quais o Lauda Sion, verdadeiro compêndio da teologia do Santíssimo Sacramento, chamado por alguns o credo da Eucaristia – passaram a ocupar lugar de destaque dentro do tesouro litúrgico da Igreja.

No transcurso dos séculos, sob o sopro do Espírito Santo, a piedade popular e a sabedoria do Magistério infalível aliaram-se na constituição dos costumes, usos, privilégios e honras que hoje acompanham o Serviço do Altar, formando uma rica tradição eucarística.

Ainda no século XIII, surgiram as grandes procissões conduzindo o Santíssimo Sacramento pelas ruas, primeiro dentro de uma âmbula coberta, e mais tarde exposto no ostensório. Também neste ponto o fervor e o senso artístico das várias nações esmeraram-se na elaboração de custódias que rivalizavam em beleza e esplendor, na confecção de ornamentos apropriados e na colocação de imensos tapetes florais ao longo do caminho a ser percorrido pelo cortejo.” (1)

A partir deste pequeno relato histórico, queremos incentivar a todos os católicos a tomarem parte desta grande Festa, participando das procissões que serão realizadas nas várias Paróquias, com fervor e verdadeiro entusiasmo pelo Santíssimo Sacramento do Altar.

(1) FONTE DESTE TEXTO, DISPONÍVEL EM: http://www.arautos.org/especial/15688/Corpus-Christi