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A pedra no caminho

O caro leitor já pensou alguma vez no benefício que nos trazem, muitas vezes, as dificuldades da vida? Como aproveitar-se dos obstáculos que tão frequentemente qualquer ser mortal encontra nesta existência? Pois bem, meu amigo, deite a atenção nesta rápida história e certamente encontrará uma bela lição para sua vida:

História para crianças… ou adultos cheios de Fé?

Logo que amanheceu, as instruções do rei começaram a ser postas em prática: os soldados cercaram a estrada enquanto vários operários executavam um misterioso serviço.

Desde que o rei ascendera ao trono, tudo corria bem naquele reino distante, outrora assolado por contínuas guerras.

O soberano era ao mesmo tempo forte e bondoso. Dominava como ninguém a arte militar e possuía tropas bem treinadas, mas preferia alcançar a paz através de amistosos tratados. Por isso, visando a glória de Deus e o bem do seu povo, já havia assinado acordos de cooperação com a maior parte dos estados limítrofes.

As aldeias do reino estavam em pleno desenvolvimento e os negócios com os estados vizinhos eram bastante prósperos. O clima ameno favorecia o plantio dos mais diversos vegetais, e até a natureza parecia estar ajudando a tornar aquela região semelhante a um paraíso.

Os habitantes eram laboriosos, solidários e piedosos. As igrejas estavam sempre cheias e os Sacramentos eram muito frequentados. Reinava entre todos um espírito de fraternidade cristã que fazia lembrar o mandamento novo de Jesus: “Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13, 34).

Porém, o tempo passou e o temperamento dos habitantes do reino foi mudando… Acostumando-se a viver na prosperidade, perderam o espírito de sacrifício e de luta. Já não queriam saber de vencer quaisquer dificuldades, por pequenas que fossem, e o menor problema despertava entre eles muitas queixas.

O rei ficou preocupado. A paz e a tranquilidade, que tanto esforço tinha custado, deram ocasião à mediocridade de espírito da população. Ao mesmo tempo, as rixas entre os seus súditos aumentavam. O espírito comodista tornara-os irritadiços e egoístas.

O rei decidiu expor ao Bispo suas inquietações e ambos conversaram longamente

Decidiu expor ao Bispo suas inquietações e ambos conversaram longamente. O prelado também sofria com a decadência moral do povo, sobretudo vendo os Sacramentos serem cada vez menos frequentados.

Ora, o que fazer? Como ajudar o povo a perceber a decadência em que estava caindo? Como afastá-lo do egoísmo e compenetrá-lo da necessidade do sacrifício e da luta nesta vida? Depois de muito pensar e trocar ideias, prelado e soberano arquitetaram um projeto…

Naquela mesma noite, o monarca chamou à sua presença um pelotão escolhido de soldados e um grupo de servidores da maior confiança para lhes expor o plano, exigindo deles o mais rigoroso segredo.

Logo que amanheceu, as instruções do rei começaram a ser executadas. Os soldados dirigiram-se à principal via de acesso ao reino e a cercaram. Ninguém podia se aproximar do lugar onde alguns operários executavam um misterioso serviço. Os habitantes da região, curiosos, tratavam de adivinhar ao longe em que consistia, contudo nada alcançavam ver.

Por fim, o caminho ficou liberado… Bem, não exatamente: no meio dele havia agora uma enorme pedra!

Passaram por ali mercadores e homens ricos do reino. Ainda que com certa dificuldade, contornavam a rocha, aparentando indiferença. Alguns, mais exaltados, esbravejavam contra o rei, queixando-se pelo estado em que era mantida a estrada, mas também nada faziam para remover o empecilho.

Em pouco tempo a notícia correu por todo o reino. Não havia quem não reclamasse contra aquela volumosa rocha que tanto atrapalhava o passo das carruagens em uma das vias mais importantes do país; entretanto, ninguém tomava a menor iniciativa para resolver o problema.

Um belo dia, chegou junto à pedra o senhor Fabiano. Era um pequeno agricultor, de olhos vivos e corpo esguio, que todas a semanas utilizava a mesma estrada para levar ao mercado as frutas e verduras da sua horta.

Ao ver tal obstáculo no meio do caminho, desceu de sua carroça e, junto com seus filhos, dispôs-se a retirá-lo. Empurraram a pedra com força, mas ela nem se mexia… Procuraram madeiras para usá-las como alavanca, e foi em vão. Cansados pelo esforço, porém sem desanimar, pararam um pouco para tomar alento.

Senhor Fabiano estava indignado. Como era possível uma simples rocha resistir-lhes desse modo? Não haviam eles retirado milhares de pedras em sua horta, e até maiores, para torná-la mais fértil? Não construíram uma barragem desde o rio vizinho, para melhor regar os legumes? E, depois, o obstáculo não só atrapalhava a eles, senão a todos os que por ali passavam…

Um tanto recuperados, senhor Fabiano e seus filhos voltaram à tarefa. Juntos rezaram uma “Ave Maria”, como sempre faziam antes de iniciar o trabalho no campo, e unidos em um só esforço conseguiram afinal remover a grande rocha.

Depois de rezarem uma “Ave Maria”, senhor Fabiano e seus filhos, unidos em um só esforço conseguiram afinal remover a grande rocha.

Alegres e satisfeitos, já se dispunham a subir de novo na carroça, quando entreviram, em meio à poeira levantada, algo singular. Era uma bolsa de fino couro repleta de moedas de ouro, com um pergaminho, onde estava escrito: “Este é o prêmio para os valorosos que removerem da estrada a incômoda pedra. A vida está cheia de obstáculos e precisamos estar sempre em luta para vencê-los”. Estava assinado pelo próprio rei!

O fato rapidamente se tornou conhecido e o povo aprendeu a lição: tornaram-se moles e acomodados. O menor esforço lhes causava aflição. Diante de qualquer dificuldade preferiam reclamar em lugar de tentar resolvê-la.

No domingo seguinte, as filas dos confessionários se encheram e as Missas em todas as igrejas estiveram repletas. E o senhor Bispo, na principal Celebração da Catedral, aproveitou a ocasião para dizer no sermão:

— Os obstáculos em nossa vida são excelentes ocasiões para compreendermos ser a existência do homem nesta Terra uma luta. Sejamos solidários uns com os outros e ajudemo-nos nas dificuldades. Mas, sobretudo, lembremos sempre de pedir o auxílio de Maria Santíssima antes de enfrentar qualquer problema, por pequeno que ele seja.

Com a ajuda da graça divina, o plano do rei e do Bispo chegara a bom termo: aquela pedra havia sido instrumento para que o povo caísse em si e voltasse a ser valente, disposto a fazer qualquer esforço para o bem do reino e maior glória de Deus.

Fonte: Revista Arautos do Evangelho, n° 112, Abril de 2011. Págs. 46 e 47

Por Irmã Michelle Viccola, EP

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Revista Arautos em Foco – Setembro 2013

 1 MILHÃO DE LEITORES EM TODO O MUNDO!

Resenha Mensal

da Revista

Arautos do Evangelho

N. 141

Setembro 2013

Capa:

“O filho pródigo”, vitral da Catedral de São João Batista, Charleston (Estados Unidos)

Neste mês de Setembro de 2013, em sua edição n. 141, a capa da Revista Arautos do Evangelho ilustra, através da foto de um belo vitral da Catedral de Charleston, nos Estados Unidos – e com a inscrição O Pai perfeito – a extrema bondade manifestada pelo pai que acolhe com misericórdia o filho pródigo.

Fazendo referência a este mesmo assunto, o Editorial deste número 141, cujo título é O Grande Retorno da “Humanidade Pródiga”, demonstra que a liberdade e a razão são dons preciosos concedidos por Deus à humanidade. No entanto, o homem, ao longo dos últimos séculos utilizou esses dons para seu próprio bem-estar; desenvolveu a humanidade um suposto progresso em todas as áreas (ciências, artes, leis, comunicações, tecnologias, etc.), mas, um progresso que não coloca Deus em seu centro, fazendo referência ao filho pródigo narrado nos Evangelhos, que abandona a casa paterna para usufruir de prazeres mundanos: “O filho pródigo do Evangelho perdeu sua herança porque desejou gastá-la longe da casa do pai, e a humanidade parece ter perdido a luz da razão porque julgou-se capaz de usá-la sem Deus”. Tendo desperdiçado a sua “fortuna da inteligência e da liberdade”, restou à humanidade contemporânea apenas as “bolotas dos porcos”. É hora, portanto de, com o auxílio da Mãe das Misericórdias – Maria Santíssima – voltar a humanidade à casa paterna, pois exatamente isso foi previsto por Ela em Fátima, quando prometeu “Por fim o meu imaculado coração triunfará”.

Voz do Papa traz excertos da Homilia proferida pelo Santo Padre Francisco na Santa Missa para a XXVIII Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro em 28 de Julho. Em suas palavras, o Papa convida os jovens a serem discípulos de Jesus Cristo, através da missão: “Hoje, à luz da Palavra de Deus que acabamos de ouvir, o que nos diz o Senhor? Três palavras: Ide, sem medo, para servir”. Na homilia na Santa Missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, o Santo Padre lembra o papel de Maria na busca por Cristo, pois é dela que se aprende o verdadeiro sentido do discipulado; “Eu venho bater à porta da casa de Maria, que amou e educou Jesus, para que ajude a todos nós (…) a transmitir aos nossos jovens os valores que farão deles construtores de um país e de um mundo mais justo”.

No Comentário ao Evangelho de Lucas 15,1-32 que a Liturgia propõe para o XXIV Domingo do Tempo Comum, Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho, nos recorda que “face às objeções farisaicas, Nosso Senhor traduz em parábolas seu encanto em perdoar os homens, cumulando-os de misericórdia. E, ao mesmo tempo, mostra como nem todos aceitam o convite para se beneficiar das riquezas desse perdão redentor”. Em suma, o Comentário ao Evangelho deste mês é um belo Tratado, no qual Mons. João Clá expõe com clareza as sutilezas do Amor de Deus para conosco, Amor que se traduz na maneira misericordiosa como Ele nos perdoa. A Justiça de Deus não é feita de acordo com os “limitados critérios humanos”. Após estudar este Comentário, o leitor da Revista Arautos do Evangelho terá uma visão completa da forma como Deus age em nossas vidas: “no ‘fiat’ de Maria Santíssima, o perdão de Deus se fez carne e habitou entre nós (Cf. Jo 1,14)”.

Interessantíssimo e muito bem referenciado artigo do Pe. Arnóbio José Glavam, EP intitulado Como surgiu a Bíblia traz uma profunda formação, em linguagem clara e acessível sobre “como surgiram os livros sagrados, qual o critério de seleção utilizado e com que autoridade foram eles adotados ou rejeitados”. Escritos por mãos humanas, mas sob total inspiração do Divino Espírito Santo, são autenticamente a Palavra de Deus. “O eixo divino em torno do qual giram ambos os Testamentos é a pessoa de Jesus Cristo: no Antigo, Ele é o anunciado; e o Novo é a realização desse anúncio”. Este é um artigo que deve ser estudado com afinco por todos aqueles que se interessam pelas sagradas escrituras.

A seção Arautos no Mundo descreve as inúmeras atividades desenvolvidas pelos Arautos em vários países como, Costa Rica, República Dominicana, Itália, Equador, Espanha, destacando as inúmeras peregrinações, nos mais diversos ambientes da Imagem Peregrina do Imaculado Coração de Maria. Visitando paróquias, hospitais, locais públicos e inúmeras residências, os Arautos levam aos irmãos mais necessitados de apoio espiritual e material, as bênçãos de nossa Mãe Celestial.

Arautos no Brasil destaca apostolado realizado em diversos Estados brasileiros: Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e Paraná. Neste último houve, em Ponta Grossa, um Encontro Regional dos Cooperadores (“Terciários”) no qual foi abordado como tema o valor do oração. A revista deste mês de setembro destaca a visita do Emmo. Cardeal Antonio María Rouco Varela, Arcebispo de Madri (Espanha) que, aproveitando sua viagem ao Brasil para participar da JMJ, quis visitar o Seminário dos Arautos do Evangelho em Caieiras (Serra da Cantareira, SP), onde celebrou Missa na Basílica de Nossa Senhora do Rosário.

“Boca de Ouro”. Este é o cognome de São João Crisóstomo, cuja vida é narrada pela Irmã Angela Maria Tomé, EP. A partir da página 32 da revista deste mês de Setembro/13, em artigo denominado A força da palavra, demonstra a autora o quanto soube este grande Santo usar do poder da palavra: “Ele não visava obter aplausos: servia-se do púlpito para levar as almas a Deus e Deus às almas”. Este Santo soube demonstrar na prática, nas palavras de Monsenhor João Clá, que “a Palavra de Deus tem uma força irresistível. Ela é a mais poderosa arma que existe; arma de conquista, arma de transformação muito mais poderosa do que a bomba atômica! Um orador sacro bem preparado, que transmita a palavra revelada, tem nas mãos um verdadeiro tesouro de influência e de possibilidades para fazer o bem”. Com toda justiça, São Pio X proclamou São João Crisóstomo, o “Boca de Ouro”, como patrono dos oradores sacros.

Quem poderia imaginar a existência de um mosteiro cisterciense em pleno coração do Brasil? Na pequena cidade de Claraval, no Estado de Minas Gerais, divisa com o Estado de São Paulo, existe esta joia. E alguns arautos foram visitá-lo, como narra Jorge Martínez, a partir da página 36. Vale a pena conferir as fotos e a descrição deste ambiente que transmite com muita propriedade o carisma da Ordem de Cister.

A doçura de uma mãe é revelada no desvelo que ela tem por seus filhos, principalmente quando os pequenos mais necessitam de seus cuidados maternos. Assim é narrado um episódio da vida de Dona Lucilia Ribeiro dos Santos Corrêa de Oliveira, extraído da obra Dona Lucilia, publicada recentemente Monsenhor João Clá Dias. Confira esta singela narrativa, a partir da página 38.

Em sua belíssima apresentação gráfica, que se revela desde a qualidade do papel utilizado até as fotos e ilustrações, o número 141, da Revista Arautos do Evangelho de Setembro de 2013 tem ainda muitas outras seções: notícias da Igreja no mundo, os resumos das vidas dos santos de cada dia; a seção História para crianças… ou adultos cheios de Fé? este mês com a história As duas moedas perdidas.

“Eis que estou à porta e bato”…, artigo da Ir. Juliane Vasconcelos Almeida Campos, EP nos chama a abrir a porta de nossa alma para a Graça de Deus: “Nossa morada interior é guardada pela mais robusta e impenetrável das portas. Esta, porém, tem a peculiaridade de não possuir fechadura pelo lado de fora”.

Por isso, querido leitor, queremos convidá-lo a ler – por que não – “meditar” a Revista Arautos do Evangelho em sua totalidade! Uma excelente companhia para toda a família!

Faça a sua assinatura, contatando a Sede Regional dos Arautos, em Maringá, através do telefone (44) 3028-6596, ou através deste BLOG e daremos as informações detalhadas

Salve Maria! Até o próximo mês.

Por João Celso

A Revista Arautos do Evangelho nasceu em 2002, um ano após os Arautos receberem do Papa a aprovação Pontifícia.

Com o intuito de levar aos lares do mundo inteiro a Palavra de Deus, as principais notícias da Igreja e um conteúdo completo baseado nos ensinamentos da Santa Sé, a Revista Arautos traz em suas páginas artigos para todas as idades e visa, sobretudo, a formação católica da família.

A Revista Arautos é instrumento de evangelização e expressa o carisma dos Arautos do Evangelho”.

(www.revistacatolica.com.br) 

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Revista Arautos em Foco – Agosto 2013

Resenha Mensal

da Revista

Arautos do Evangelho

N. 140

Agosto 2013

Capa: Duas semanas de missão no coração da África

A foto de capa (1) da Revista Arautos do Evangelho de Agosto de 2013 ilustra o trabalho missionário realizado por duas semanas, entre o final do mês de Junho e início do mês de Julho por dois arautos canadenses, Sr. François Boulay e Sr. Joseph Bassi, em Ruanda, em pleno coração da África. “A população dessa antiga colônia belga, majoritariamente católica ainda sofre as sequelas do conflito armado (ocorrido em meados dos anos 90, que levaram à morte quase um milhão de habitantes), mas procura superar as dificuldades do dia a dia, com admirável espírito de Fé, ânimo e galhardia”. Foram dias de intenso trabalho missionário, mas os frutos colhidos compensaram o esforço empreendido e os missionários comoveram-se ao verem as “manifestações de Fé presenciadas nesse país tão sofrido e ao mesmo tempo tão cheio de vida”.

O Editorial – “Quem precisa do médico” – faz referência à “universalidade da ação santificadora de Jesus”, ou seja, Jesus veio para curar a todos, sem distinção de classe social; em suas magníficas parábolas, todos são contemplados: pobres, ricos, nobres e plebeus. “Enfermos de espírito existem em todas as classes e todos os meios”; todos imploram os remédios do divino Médico das almas. “Quem ousaria desprezar os pobres e pequenos, amados por Deus com tanta ternura?” Quem se atreveria a excluir os ricos e condená-los como maus, se também a eles foi oferecido o carinho divino?

Voz do Papa traz excertos da Audiência Geral do Santo Padre de 12/06/2013 e do discurso preparado para os representantes das escolas dos jesuítas na Itália e Albânia, proferido em 07/06. Na Audiência geral o Papa Francisco lembra que Deus nos convoca a fazer parte do seu povo. E que missão tem esse povo? A de levar ao mundo a esperança e a salvação de Deus; ser sinal do amor de Deus que chama todos à amizade com Ele: “Ser Igreja quer dizer ser o fermento de Deus nesta nossa humanidade; significa anunciar e levar a salvação de Deus a este nosso mundo”, que muitas vezes se sente perdido, necessitado de respostas que animem, que infundam esperança e que deem um vigor renovado no caminho”.

No Comentário ao Evangelho ao XVIII Domingo do Tempo Comum, Monsenhor João Clá Dias, Fundador dos Arautos, lembra que “diante dos prazeres, até legítimos, que a vida nesta Terra pode oferecer, facilmente o homem se esquece da eternidade para a qual foi criado”. Lembra Mons. João Clá que é grande a tentação de acumular bens, “apesar de eles nos afastarem de Deus e da eternidade, podendo fazer com que nos esqueçamos que a nossa vida nesta Terra é muito breve: “Nossa atenção não pode fixar-se só neste mundo e esquecer o outro”.

Artigo do Arauto Millon Barros de Almeida reflete, a partir do estudo das cartas de São Paulo, de teólogos e do Concílio Vaticano II, sobre a beleza da Comunhão dos Santos, um dos artigos do Credo: “No maravilho universo da Comunhão dos Santos, o mais insignificante de nossos atos, realizado na caridade, reverte em proveito de todos os fiéis; e todo pecado pesa negativamente nessa comunhão”.

Arautos no Brasil destaca a atuação dos jovens dos Arautos do Evangelho em variadas situações por todo o Brasil: Maceió (AL), Maringá (PR), Joinville (SC) e no Estado do Rio de Janeiro, onde foram realizadas, em três cidades, algumas edições das Tardes com Maria, que visam promover um aumento da Devoção à Mãe de Deus, através do Apostolado do Oratório.

A seção Arautos no Mundo aborda a participação dos Arautos nas procissões de Corpus Christi em Roma e em Veneza, na Itália. Também no Brasil os Arautos se fizeram presentes em várias procissões. No México missionários arautos conduziram a Imagem Peregrina do Imaculado Coração de Maria a numerosas instituições de ensino do Distrito Federal.

Neste número do mês de Agosto/13, a partir da página 32 é narrada, pela Irmã Juliane Campos, EP, a linda história de São João Berchmans, nascido na Bélgica no último ano do século XVI. Passou com admirável serenidade por tudo quanto se pode chamar de decepções humanas; não teve tempo de ser missionário, nem foi o grande teólogo almejado. Mas realizou plenamente seu ideal sobrenatural: ser um grande santo. Foi ao Céu com apenas 22 anos.

Queremos histórias de tia Lucilia…” (p. 36) Os contos maravilhosos são indispensáveis para apurar o senso artístico das crianças, elevar seu espírito, aguçar-lhes a perspicácia e estimular-lhes sadiamente a imaginação. Dona Lucilia sabia narrá-los com tato e bom gosto notáveis.

Ainda muitas outras seções, notícias e matérias na Revista Arautos do Evangelho n. 140, de Agosto: notícias da Igreja no mundo, os santos de cada dia; a palavra dos Pastores, onde Dom Braulio Rodríguez Plaza, arcebispo de Toledo, Espanha, explica o que Tradição e comunhão eclesial; História para crianças… ou adultos cheios de Fé? e outros artigos e seções, muito bem ilustrados e riquíssimos de conteúdo doutrinário.

Por isso, querido leitor, você é convidado a ler a Revista Arautos do Evangelho em sua totalidade!

Faça a sua assinatura, contatando a Sede Regional dos Arautos, em Maringá, através do telefone (44) 3028-6596, ou através deste BLOG e daremos as informações detalhadas. Leia a Revista em seus momentos de descanso, de reflexão, de estudo. Esta é uma excelente maneira de falar de Deus em família!

Salve Maria! Até o próximo mês.

 Por João Celso

A Revista Arautos do Evangelho nasceu em 2002, um ano após os Arautos receberem do Papa a aprovação Pontifícia.

Com o intuito de levar aos lares do mundo inteiro a Palavra de Deus, as principais notícias da Igreja e um conteúdo completo baseado nos ensinamentos da Santa Sé, a Revista Arautos traz em suas páginas artigos para todas as idades e visa, sobretudo, a formação católica da família.

A Revista Arautos é instrumento de evangelização e expressa o carisma dos Arautos do Evangelho”.

 (www.revistacatolica.com.br)


(1) Matéria completa, a partir da página 24 do referido número da Revista.

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Revista Arautos em foco…

A Revista Arautos do Evangelho nasceu em 2002, um ano após os Arautos receberem do Papa a aprovação Pontifícia.

Com o intuito de levar aos lares do mundo inteiro a Palavra de Deus, as principais notícias da Igreja e um conteúdo completo baseado nos ensinamentos da Santa Sé, a Revista Arautos traz em suas páginas artigos para todas as idades e visa, sobretudo, a formação católica da família.

“A Revista Arautos é instrumento de evangelização e expressa o carisma dos Arautos do Evangelho”.

(www.revistacatolica.com.br)

1 MILHÃO DE LEITORES EM TODO O MUNDO!

Resenha Mensal

da Revista

Arautos do Evangelho

 N. 139

Julho 2013

Capa: Entrega de agasalhos e cobertores na Casa Generalícia da Sociedade de Vida Apostólica Regina Virginum.

A foto de capa (1) da Revista Arautos do Evangelho de Julho de 2013 faz referência ao trabalho realizado pela Sociedade de Vida Apostólica Regina Virginum (nascida do ramo feminino dos Arautos do Evangelho) na região da Serra da Cantareira, nas áreas circunvizinhas à sua Casa Generalícia. Essa região é habitada por numerosas famílias, as quais se sentem necessitadas de assistência material e espiritual.

Atendendo ao apelo do Concílio Vaticano II que, em um de seus principais documentos, convida os “filhos da Igreja a serem solícitos às necessidades de nossa sociedade”, as irmãs de Regina Virginum “procuram proporcionar aos carentes uma educação de base e favorecer a inserção social de crianças e jovens, com vistas a promover a formação integradora”. Particularmente, no dia 09 de junho p.p., as irmãs realizaram uma tarde de acolhida aos moradores, ato ao qual compareceram mais de 600 pessoas, provenientes das mais diversas comunidades. “Nessa ocasião foram distribuídas mais de 3 mil peças, entre agasalhos e cobertores, de acordo com a necessidade de cada família”. Não faltou também o tão necessário apoio espiritual e o ato “foi marcado pela solene cerimônia de coroação da imagem Peregrina de Nossa Senhora. Após consagrarem-se ao Imaculado Coração de Maria, os participantes foram apresentar-Lhe seus pedidos e intenções, saindo comovidos pelas bênçãos que, em muitos casos, era a ajuda de que mais precisavam”.

Referindo-se, ainda, à matéria de capa, o Editorial destaca o papel da Caridade Cristã na vida da ce da Sociedade contemporânea. Esta virtude brota, sobretudo, do Amor de Deus e constitui “Regra perfeita de uma sociedade verdadeiramente conforme ao Evangelho, na qual os ricos, sem terem de renunciar à sua riqueza, são irmanados em Cristo com os pobres; e estes, mesmo não se enriquecendo, veem naqueles a mão dadivosa de Deus”.

A Voz do Papa traz excertos da homilia pronunciada pelo Papa Francisco na Solenidade de Pentecostes e também do discurso na Audiência Geral do dia 22 de Maio. Na homilia de Pentecostes, à luz do texto de Atos (2,1-11), o Papa reflete sobre a necessidade de nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo, destacando Sua ação em três palavras: novidade, harmonia e missão. Destaca o Santo Padre que devemos estar sempre abertos às novidades e “surpresas de Deus” em nossas vidas. Em seu discurso na Audiência Geral do dia 22 de Maio, o Papa Francisco lembra que “uma Igreja que evangeliza, deve começar sempre a partir da oração, do pedir, como os Apóstolos no Cenáculo, o fogo do Espírito Santo”. Destaca ainda que “evangelizar, anunciar Jesus, nos dá alegria; ao contrário, o egoísmo dá-nos amargura, tristeza, desânimo; evangelizar anima-nos”.

O Comentário ao Evangelho deste mês traz as profundas considerações de Monsenhor João Clá Dias, Fundador dos Arautos, sobre o Evangelho de Lucas, Capítulo 10, versículos 1 a 12 e 17 a 20, que a Liturgia apresenta para meditação no XIV Domingo do Tempo Comum e que aborda o envio dos discípulos para a Missão. “Válidas para todas as épocas históricas, as normas dadas pelo Divino Mestre aos setenta e dois discípulos delineiam o perfil de um autêntico evangelizador e constituem precioso guia para conduzir os homens à verdadeira felicidade. Estando no meio do mundo, em Missão, o evangelizador deve cercar-se de cuidados, pois, lembra Mons. João Clá que “a falta de vigilância no convívio com pessoas cuja vida não está pautada pela boa doutrina pode levar ao esmorecimento das convicções religiosas” do evangelizador. Todos devemos estar empenhados na Missão e “hoje o Salvador nos convoca a transmitir a todos os homens a alegria de glorificar a Deus, trabalhando para que a vontade d’Ele seja efetiva na Terra assim como o é no Céu”, conclui Mons. João Clá.

O Arauto César Manuel Escobar Castro teve a feliz iniciativa de entrevistar, para este número 139 da Revista, o Frei Efrém Jindrácek, dominicano nascido em Praga, na República Tcheca em 1975 e que esteve recentemente ministrando no Seminário dos Arautos do Evangelho curso de uma semana, abordando o tratado De ente et essentia, de Santo Tomás de Aquino. Frei Efrém é Doutor em Teologia pela Angelicum de Roma e tem uma história de vida muito interessante, pois nasceu “no seio de uma família não católica, recebeu o Batismo aos 14 anos. Surgiram quase ao mesmo tempo em sua alma a decisão de ser batizado e a ideia de consagrar a vida a Deus”. Os frutos da visita de Frei Efrém foram muito salutares!

A seção Arautos no Mundo  aborda diversas atividades de apostolado desenvolvidas pelos Arautos em países,de vários continentes: Moçambique (África), Itália e Espanha (Europa), Paraguai e Peru (América Latina). Recebem destaque também as diversas comemorações havidas pela passagem do 96º ano das aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal e que se realizaram no México, Costa Rica, Colômbia, Peru, El Salvador, Argentina, Moçambique, Itália, Estados Unidos, República Dominicana, Nicarágua, Uruguai, Chile e Guatemala. No Brasil também, em inúmeras cidades, celebrou-se o aniversário das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Puderam os Arautos constatar nessas celebrações, em união com as igrejas locais, a imensidade de graças que são derramadas por Maria Santíssima quando realizadas festividades em Sua honra.

A história de São Boaventura de Bagnoregio,“um dos mais eminentes membros da Ordem dos Frades Menores” (franciscanos), ilustra esta edição da Revista Arautos: “De rara inteligência e sabedoria, na fidelidade ao carisma de São Francisco, contribuiu para a expansão de sua Ordem, foi conselheiro de Papa e luminar da Santa Igreja”. São Boaventura soube admirar e seguir o seu Fundador e “o amou com aquela ‘forma de enlevo pela qual a pessoa quer dar-se inteiramente e não conservar nada para si’”. Grande e admirado Doutor, Superior da Ordem dos Frades Menores, soube conservar, ao mesmo tempo, a simplicidade da vida monacal: “São Boaventura nunca tirou os olhos do seu pai espiritual: São Francisco de Assis. Pelo contrário, seu zelo em seguir as pegadas do Poverello e a fidelidade a seu carisma fizeram com que a Ordem dos Frades Menores se mantivesse íntegra e unida. E, assim, ele passou para a História como seu segundo Fundador”.

Em artigo intitulado Pobreza e elevação de espírito, a Irmã Angela Maria Tomé, EP descreve a correspondência de Santa Clara de Assis à sua discípula Santa Inês. Esta, “uma jovem de sangue real, filha do Rei da Boêmia, havia decidido abandonar as riquezas e comodidades próprias de sua categoria e tomar o hábito entre as filhas de Santa Clara”. Nessa correspondência, fica evidenciado o quanto pode ser sublime e elevado o relacionamento humano: “A leitura dessas cartas enche-nos de consolação e leva-nos a desejar uma convivência semelhante entre todos os nossos irmãos na Fé”.

História para crianças… ou adultos cheios de Fé? do mês de Julho narra a história de um filho que se rebela com os próprios pais, renegando os seus ensinamentos. Esta narrativa acontece no Japão, mas, poderia ocorrer em qualquer lar, em qualquer país do mundo. Somente a misericórdia da mãe poderá salvar o rebelde Fumiko… e uma luta entre o bem o mal se trava em sua alma.

Artigo encantador, ricamente ilustrado, intitulado  Até o deserto floresce, aborda a confiança que devemos ter no Criador: “Se a alma confiar em Deus” – principalmente nos momentos de dificuldade espiritual – “as areias se transformarão em formosas flores. E quanto mais longa tiver sido a aridez, tanto maior será a fecundidade”.

Ainda muitas outras seções, notícias e matérias na Revista Arautos do Evangelho n. 139, de Julho: notícias da Igreja no mundo, os santos de cada dia; a narração das festividades de Corpus Christi em Roma, no mundo e no Brasil, as quais, por brevidade, não é possível resumir. Por isso você é convidado a ler, saborear a Revista Arautos do Evangelho em sua totalidade!

Faça sua assinatura, contatando a Sede Regional dos Arautos em Maringá, através do telefone (44) 3028-6596, ou através deste BLOG e daremos as informações detalhadas. Leia a Revista em seus momentos de descanso, reflexão e estudo. Esta é uma excelente maneira de falar de Deus em família!

Salve Maria! Até o próximo mês.

 João Celso


(1) Matéria completa, a partir da página 22 do referido número da Revista.

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Revista Arautos em foco

“A Revista Arautos do Evangelho nasceu em 2002, um ano após os Arautos receberem do Papa a aprovação Pontifícia.

Com o intuito de levar aos lares do mundo inteiro a Palavra de Deus, as principais notícias da Igreja e um conteúdo completo baseado nos ensinamentos da Santa Sé, a Revista Arautos traz em suas páginas artigos para todas as idades e visa, sobretudo, a formação católica da família.

A Revista Arautos é instrumento de evangelização e expressa o carisma dos Arautos do Evangelho”.

1 MILHÃO DE LEITORES EM TODO O MUNDO!

Resenha Mensal

da Revista

Arautos do Evangelho

 N. 138

Junho 2013

 Cerimônia de Ordenação Presbiteral Basílica Nossa Senhora do Rosário – Caieiras (SP)

     A foto de capa da Revista Arautos do Evangelho deste mês de Junho de 2013 traz em destaque a Cerimônia de Ordenação Presbiteral, que teve lugar na Basílica Nossa Senhora do Rosário no último mês de Abril. O Editorial destaca a existência de um enorme abismo entre a natureza humana e a Natureza Divina; na Igreja, os presbíteros são chamados a exercer o papel de ponte, auxiliando a transpor essa distância entre Deus e os homens. Com efeito,“ao presbítero foi conferida a insuperável dignidade de agir in persona Christi: através do seu ministério, quem ensina, governa e santifica é o próprio Jesus”. Os presbíteros são chamados a uma sublime e altíssima missão; deles “o povo fiel pede e exige – hoje mais do que nunca – não apenas o brilho da correção e da boa reputação, mas o esplendor da verdadeira santidade”.

         A Voz do Papa do presente mês traz excertos das homilias pronunciadas pelo Santo Padre em 14 e 23/04. Ao comentar as leituras que a Liturgia propõe, o Papa Francisco relembra a coragem dos Apóstolos quando respondem à ordem de cessarem a pregação da Mensagem de Jesus: “Importa mais obedecer a Deus do que aos homens”. A partir dessa ousadia, o Santo Padre questiona: “E nós? Somos capazes de levar a Palavra de Deus aos nossos ambientes de vida? Sabemos falar de Cristo, do que Ele significa para nós, em família, com as pessoas que fazem parte da nossa vida diária? A Fé nasce da escuta, e se fortalece no anúncio”. Um convite, portanto, para uma vida verdadeiramente cristã. Na homilia proferida em 23/04 o Santo Padre relembra as características da identidade cristã: “A identidade cristã não é dada por um bilhete de identidade; a identidade cristã é pertença à Igreja (…) não é possível encontrar Jesus fora da Igreja”. E ainda: é um absurdo “querer viver com Jesus sem a Igreja”. No discurso da audiência aos membros da Pontifícia Comissão Bíblica, o Papa Francisco relembra que a interpretação das Sagradas Escrituras “deve ser sempre confrontada, inserida e corroborada pela Tradição viva da Igreja”, pois existe uma unidade indissociável entre a Sagrada Escritura e a Tradição.

         O Comentário ao Evangelho do n. 138 da Revista Arautos traz o belíssimo trecho de Lucas (7,11-17) proposto pela Liturgia para o X Domingo do Tempo Comum. Com a clareza que lhe é peculiar, Monsenhor João Clá Dias, EP (Fundador dos Arautos do Evangelho) lembra que, normalmente, para realizar os seus milagres, “Jesus exigia uma prova de fé do favorecido. Mas, às vezes, era Ele que se adiantava a qualquer pedido e distribuía seus divinos benefícios e esse modo de agir encerra em si um profundo significado”. É precisamente o que ocorre neste caso, relatado no Evangelho, quando a Divina Misericórdia Encarnada vai ao encontro da viúva de Naim e ressuscita o seu filho. Conclui Monsenhor João Clá: “Em Jesus a capacidade de compadecer-Se das misérias e das necessidades dos outros é insuperável, inefável e até inimaginável por qualquer mente humana”. A leitura e reflexão deste Comentário deve levar-nos a uma maior confiança na Misericórdia de Deus para conosco.

         No mês de Maio próximo passado, a Revista Arautos anunciou o lançamento do livro de Monsenhor João Clá sobre a vida de Dona Lucilia. O número deste mês de Junho traz um trecho extraído dessa Obra, em que é apresentado ao leitor um aspecto muito saliente da vida de Dona Lucilia: “a prática da virtude da caridade para com o próximo”, manifestada no trato a uma enfermeira negligente, que colocou a vida de Dona Lucilia em risco, quando esta convalescia de uma grave cirurgia.

         O que é a mística? Consiste ela apenas em grandes fenômenos sobrenaturais reservados a um reduzido número de almas privilegiadas? Ou ela está ao alcance de todos os fiéis? Com muita competência teológica, o Pe. Ignacio Montojo Magro, EP aborda esse interessante e atual tema em seu artigo Um convite para todos: seja místico! E demonstra que “a porta da mística está aberta a todos” e que, nas situações mais simples da nossa vida espiritual, nós podemos encontrá-la!Portanto, se quisermos ser santos, sejamos místicos. Este artigo é um verdadeiro guia de vida espiritual.

         A seção Arautos no Mundo aborda as ordenações diaconais e presbiterais, ocorridas respectivamente nos dias 21 e 22 de abril na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, em Caieiras, Grande São Paulo, quando foram entregues para o serviço da Igreja 11 diáconos e 11 sacerdotes dos Arautos do Evangelho. Os neo-ordenados são provenientes de vários países: Índia, Moçambique, Espanha, Nicarágua, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Equador, Chile, Paraguai, Uruguai e Brasil. São eles “novos servos para a messe”. Ainda nesta mesma seção, há destaques para atividades realizadas pelos Arautos no Canadá, na Espanha, na Colômbia e na Guatemala. Arautos no Brasil destaca os projetos Futuro e Vida realizados em vários colégios, em muitas localidades por todo o Brasil.

         A Irmã Isabel Cristina Lins Brandão Veas, EP apresenta uma biografia bastante completa de São Marcelino Champagnat, fundador da Congregação dos Irmãos Maristas: “No precioso legado deste Santo aos seus discípulos, destacam-se seu sapiencial método de educação e a devoção a Nossa Senhora, fundamento e quintessência da pedagogia marista”. Uma vida marcada por muitas dificuldades e provações, que consumiram a sua saúde. Mas, todas vencidas pelo Santo, através de uma enorme confiança no auxílio de Maria Santíssima.

         A seção A Palavra dos Pastores traz excertos da homilia proferida por Dom Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em 30/4/2013. Na homilia, o Prelado aborda aspectos da vida do Papa Pio V:“No serviço à integridade da Fé e à unidade da Igreja, Pio V manifestou um dos peculiares encargos do Sucessor de Pedro, que é chamado a garantir ao mesmo tempo a autêntica Fé apostólica e a unidade eclesial”.

         História para crianças… ou adultos cheios de Fé? deste mês traz um singelo, porém profundo, ensinamento sobre o papel da Fé em nossas vidas. Quando a ciência humana falha… é hora da Fé de Ouro agir!

         A Revista Arautos do Evangelho deste mês de Junho está ricamente ilustrada: traz na contracapa a foto de uma bela imagem de Santo Antonio (cuja Festa se comemora neste mês), com um trecho de um magnífico sermão deste grande Santo. Há também linda estampa e oração a Nossa Senhora, além de variadas notícias do que vai pelo mundo católico na seção Aconteceu na Igreja e no mundo.

         Enfim, convidamos você, caro leitor, a saborear por inteiro este número da Revista. Faça a sua assinatura contatando a Sede Regional dos Arautos, em Maringá, através do telefone (44) 3028-6596, ou através deste BLOG e daremos as informações detalhadas. Leia a Revista em seus momentos de descanso, de reflexão, de estudo. Esta é uma excelente maneira de falar de Deus em família!

Até o próximo mês.

 João Celso